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Frases de Arremedos Poéticos

188 frases

Prisão Perpétua ⁠suspenda a festa, doe o vestido, o véu
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Prisão Perpétua ⁠suspenda a festa, doe o vestido, o véu o sapato e a grinalda, recolha o tapete vermelho, vermelho, a luz seja apagada cancele o sonho, aquele sonho único capaz de redenção, escondo no escuro da solidão, esse Amor tornado em opressão, esqueço de tudo da busca frustrada, Amor não vivido, de mim mesmo da vida, pra sempre ficarei esquecido, a prisão perpétua em última instância condenado em instantes, Amar sem medidas, poesias de versos rotos, meus graves atenuantes, perpetrada a condenação de meu crime cometido, Amar o Amor não vivido..

Leituras tardias e perdidas ⁠não pude me escrever no seu doce coração sangrei em escritos até tornar-me em sangue
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Leituras tardias e perdidas ⁠não pude me escrever no seu doce coração sangrei em escritos até tornar-me em sangue até que cada parte de mim tornou-se em escritos ainda assim o papel de seu coração rejeitou o todo de minhas palavras recolheu-se ao silêncio do seu Amor cobrindo-se com lágrimas de mágoas e ilusões, deixasses de olhar para mim olharás no entanto, quando eu em cinzas ao vento tornar-me o poema que todos esperavam na minha morte, a morte dos escritos que me tornei no dia do silêncio dos escritos que rasgavam meu Amor por ti o sol nascerá, irá se por, e os arremedos estarão calados a lua surgirá, irá embora e nenhuma palavra mais no papel reconhecerás quem sabe meu Amor em letras mortas de arremedos de poesias que seu coração desistiu de ler que o silêncio dos meus escritos desvendará quando enfim não houver uma gota sequer de sangue na pena seus olhos fixos no vazio do penhasco, cinzas minhas ao vento a porta do seu coração se abrirá ao contemplar a busca tardiamente lerá em cinzas de escritos de palavras rotas meu Amor ofuscado pelo seu olhar que dele se desviou e desistiu verá o nada que dos meus sonhos restou e neles todos enfim verá que buscavam te fazer feliz minhas cinzas ao vento, leituras tardias e perdidas..

⁠Flertes flertava com a dor como a criança que
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⁠Flertes flertava com a dor como a criança que pisa em poças d'água, por vezes tal flerte era como uma valsa dançada sobre nuvens, vestes nuas à brilhar à luz da lua... flertava com a dor nos ventos dos tempos de amaguras de distâncias, flertava com a dor até esquecer-se de si mesmo, perder-se no tudo do nada que; no que nunca encontrou, e não procurar-se mais..

⁠te condenaria por desistir de ler-me? minha bagunça enlouqueceu-me, minha alma só produz gemidos,
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⁠te condenaria por desistir de ler-me? minha bagunça enlouqueceu-me, minha alma só produz gemidos, o coração desaprendeu a escrever insuficiência de palavras [...] é a vida? e o que é a vida? um milagre que busca a morte, o Amor, sentimento que trás tristeza, as palavras, gritos para almas surdas isto a poesia quem me segredou..

⁠seus olhos fixos no vazio do penhasco, cinzas minhas ao vento a porta do seu coração se abrirá ao contemplar a busca tardiamente lerá em cinzas de escritos de palavras rotas
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⁠seus olhos fixos no vazio do penhasco, cinzas minhas ao vento a porta do seu coração se abrirá ao contemplar a busca tardiamente lerá em cinzas de escritos de palavras rotas meu Amor ofuscado pelo seu olhar que dele se desviou e desistiu..

⁠o sol nascerá, irá se por, e os arremedos estarão calados a lua surgirá, irá embora e nenhuma palavra mais no papel reconhecerás quem sabe meu Amor em letras mortas
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⁠o sol nascerá, irá se por, e os arremedos estarão calados a lua surgirá, irá embora e nenhuma palavra mais no papel reconhecerás quem sabe meu Amor em letras mortas de arremedos de poesias que seu coração desistiu de ler..