Em tudo o que fazemos, temos em vista alguma outra coisa.
Frases de Aristóteles
295 frases
O que você tem capacidade de fazer, tem capacidade também de não fazer.
É lícito afirmar que são prósperos os povos cuja legislação se deve aos filósofos.
A alma é a causa eficiente e o princípio organizador do corpo vivente.
Deixe que cada um exercite a arte que conhece.
O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.
A tragédia é a imitação de uma ação séria e concluída em si mesma... que, mediante uma série de casos que suscitam piedade e terror, tem por efeito aliviar e purificar a alma de tais paixões.
Embora ambos [Platão e a verdade] nos sejam caros, o dever moral nos impõe preferir a verdade. (em Ética a Nicômaco)
Felicidade é ter o que fazer.
É ótimo não se exercer qualquer profissão, pois um homem livre não deve viver para servir outro.
A felicidade é para quem se basta a si próprio.
O ato de entender é vida.
Que ninguém culpe um homem por ser feio.
Interrogado sobre o que seria um amigo, disse: "uma alma solitária que vive em dois corpos".
Como comportar-se com os amigos? "Como gostaríamos que se comportassem conosco".
Qualquer um pode zangar-se - isso é fácil. Mas zangar-se com a pessoa certa, na medida certa, na hora certa, pelo motivo certo e da maneira certa - não é fácil.
Só há um princípio motor: a faculdade de desejar.
Todos os trabalhos pagos absorvem e degradam o espírito.
Alguns pensam que para se ser amigo basta querê-lo, como se para se estar são bastasse desejar a saúde...
O historiador e o poeta não se distinguem um do outro pelo fato de o primeiro escrever em prosa e o segundo em verso. Diferem entre si, porque um escreveu o que aconteceu e o outro o que poderia ter acontecido.
O homem ideal de Aristóteles, entretanto, não é um mero metafísico. Ele não se expõe desnecessariamente ao perigo, uma vez que são poucas as coisas com que se preocupa o suficiente; mais está disposto, nas grande crises, a dar até a vida sabendo que em certas condições não vale…
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O homem ideal de Aristóteles, entretanto, não é um mero metafísico. Ele não se expõe desnecessariamente ao perigo, uma vez que são poucas as coisas com que se preocupa o suficiente; mais está disposto, nas grande crises, a dar até a vida sabendo que em certas condições não vale a pena viver. Está disposto a servir aos homens, embora se envergonhe quando o servem. Fazer um favor é sinal de superioridade; receber um favor é sinal de subordinação... Ele não toma parte em manifestações publicas (...) É franco quando a suas antipatias e preferências, fala e age com franqueza, devido a seu desprezo por homens e coisas (...) Nunca se deixa tomar de admiração, já que a seus olhos nada é excelente. Não consegue viver com complacência para com terceiros, a menos que se trate de um amigo; a complacência é a característica de em escravo. (...) Nunca tem maldade e sempre esquece e passa por cima das injustiças. (...) Não gosta de falar. (...) Não lhe preocupa o fato de que deve ser elogiado ou que outros devam ser censurados. Não fala mal dos outros, mesmo de seus inimigos, a menos que seja com eles mesmos. Seus modos são serenos, sua voz é grave, sua fala e comedida; não costuma ser apressado, pois não acha nada muito importante. Uma voz estridente e passos apressados são adquiridos pelo homem através das preocupações. (...) Ele suporta os acidentes da vida com dignidade e graça, tirando o máximo proveito de suas circunstâncias, como um habilidoso general conduz suas limitadas forças com toda a estratégia da guerra. (...) Ele é o melhor amigo de si mesmo e se delicia com a privacidade, ao passo que o homem sem virtude ou capacidade alguma é o pior inimigo de si mesmo e tem medo da solidão. Este é o super-homem de Aristóteles.
O tempo consome as coisas, e tudo envelhece com o tempo.
Ter muitos amigos é não ter nenhum.
O homem nada pode aprender senão em virtude daquilo que já sabe.