Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.
Frases de Antoine de Saint-Exupéry
268 frases
Não pedimos para sermos eternos, mas apenas para não ver os atos e as coisas perderem subitamente o seu sentido.
Se alguma coisa se te opõe e te fere, deixa crescer. É que estás a ganhar raízes e a mudar. Abençoado ferimento que te faz parir de ti próprio.
Se acolho um amigo à minha mesa, peço que se assente e, se é coxo, não peço que comece a dançar.
"Um desenhador sabe que chegou á perfeição,quando não tem nada mais para adicionar,nem nada mais para retirar."
Espinho não serve para nada. É pura maldade das flores.
É o mesmo sol que derrete a cera e seca a argila.
Num mundo que se faz deserto, temos sede de encontrar um amigo.
As paredes da prisão não podem confinar aquele que ama. Ele é de um império que não está nas coisas, mas, sim, no sentido das coisas, e, zomba dos muros..."
Sua tarefa não é de prever o futuro, mas sim de o permitir.”
[...] - Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim ... e não encontram o que procuram ... - Não encontram, respondi...
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[...] - Os homens do teu planeta, disse o principezinho, cultivam cinco mil rosas num mesmo jardim ... e não encontram o que procuram ... - Não encontram, respondi... E no entanto o que eles buscam poderia ser achado numa só rosa, ou num pouquinho d'água ... - É verdade. E o principezinho acrescentou: - Mas os olhos são cegos. É preciso buscar com o coração.
Amai aqueles em quem mandais. Mas sem lhes dizer nada.
A perfeição consegue-se não quando já não há mais nada para acrescentar, mas sim quando já não resta nada para tirar.
É preciso que nos habituemos a arrancar regularmente os baobás.
Se consegues fazer um bom julgamento de ti és um verdadeiro sábio.
Todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso.
Tu julgarás a si mesmo é o mais difícil.
Senhor, ilumina-me. Faz-me crescer em sabedoria, a fim de que eu consiga reconciliar, não pelo abandono, exigido a uns e a outros, de qualquer desejo do seu fervor, mas mediante um rosto novo, que lhes venha a parecer o mesmo. É o que se passa com o navio, Senhor. Aqueles que, se…
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Senhor, ilumina-me. Faz-me crescer em sabedoria, a fim de que eu consiga reconciliar, não pelo abandono, exigido a uns e a outros, de qualquer desejo do seu fervor, mas mediante um rosto novo, que lhes venha a parecer o mesmo. É o que se passa com o navio, Senhor. Aqueles que, sem compreender, puxam pelo cordame do bombordo, lutam contra os que puxam a estibordo. Eles se odiariam, por ignorância. Mas, se são esclarecidos, colaboram, e quer uns quer outros servem o vento.
Estou farto de ter medo de que arruínem a minha obra aqueles que eu não consigo cobrir. Sei que eles ameaçam os outros e conheço os discutíveis benefícios da minha verdade provisória, mas nem por isso ignoro que eles são nobres e portadores de verdades.
É certo que, quanto mais rude é o trabalho em que te consomes, em nome do amor, mais ele te exalta. Quanto mais te dás, mais cresces.
Não podes ensinar-me uma verdade que domine todas as verdades particulares deles e as acolha todas no seu seio? Se, destas ervas que se devoram umas às outras, eu fizer uma árvore que uma alma única anime, então este ramo aproveitará da prosperidade do outro ramo e toda a árvore…
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Não podes ensinar-me uma verdade que domine todas as verdades particulares deles e as acolha todas no seu seio? Se, destas ervas que se devoram umas às outras, eu fizer uma árvore que uma alma única anime, então este ramo aproveitará da prosperidade do outro ramo e toda a árvore será apenas colaboração encantadora e expansão ao sol.
A imagem pode ser a mesma que cada um ama à sua maneira.
O ódio não passa de insatisfação. Todo ódio tem um sentido profundo, que, aliás, o domina. As diversas ervas odeiam-se e comem-se uma às outras, mas não a árvore, única, onde cada ramo aumenta com a prosperidade dos outros.
Só estou disposto a salvar aquele que aceita ordenar-se em volta do pátio interior, da mesma feição que o cedro se edifica em volta da sua semente, e fica a dever o desenvolvimento aos seus próprios limites. Estou disposto a salvar aquela que, em vez de amar a primavera, ama a or…
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Só estou disposto a salvar aquele que aceita ordenar-se em volta do pátio interior, da mesma feição que o cedro se edifica em volta da sua semente, e fica a dever o desenvolvimento aos seus próprios limites. Estou disposto a salvar aquela que, em vez de amar a primavera, ama a ordem desta ou daquela flor em que a primavera se encerrou; que não ama o amor, mas sim este ou aquele rosto particular que contraiu o amor.