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Frases de Ângela Beatriz Sabbag

460 frases

O Melhor Amor do Mundo Amantes, ficantes e outras efêmeras companhias ela as teve aos montes. Havia tido um grande amor, seu primeiro amor, e acreditava piamente que jamais viveria outro sentimento com tamanha intensidade, afinal não duvidava quando as pessoas na sua grande maio…
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O Melhor Amor do Mundo Amantes, ficantes e outras efêmeras companhias ela as teve aos montes. Havia tido um grande amor, seu primeiro amor, e acreditava piamente que jamais viveria outro sentimento com tamanha intensidade, afinal não duvidava quando as pessoas na sua grande maioria falavam que nunca se esquece o primeiro amor. Na verdade, até muito acanhada, ela confessou a um número seleto de pessoas que vivera seu maior e melhor amor no outono de sua existência. Encontrou um homem que a encantou como os príncipes encantados costumam encantar suas princesas. Quando os homens maduros costumam viver à cata de menininhas ele se encantou por ela, e tinha o grau exato de timidez que para ela é imprescindível numa pessoa. Ela também ficou fascinada com a falta de pressa com que eles foram se conhecendo, porque hoje em dia vige a prática dos relacionamentos atropelados e por isso mesmo tão fadados ao insucesso. Ela agora não pode ir a certos cinemas, sente um aperto no peito ao passar quase todo dia pelo Jardim Botânico, quase morre quando alguém posta uma foto no " Daniel Briand", o Pontão tão encantado lhe evoca lindas sensações e a Rota 66 faz com que sinta uma faca cravada em seu peito. Mas o melhor lugar do mundo onde esteve com o melhor amor do mundo foi na casa dele, pois ali ela redescobriu o prazer de dormir de conchinha e de ser amada por um homem até através dos olhos dele. Ele está viajando e ela o espera às vezes pacientemente, outras vezes com urgência desesperada...destemperada.

Morri. Você soube? Já sabe? Talvez até tenha sentido a minha falta, mas o tempo ou outro motivo qualquer não lhe deixaram procurar notícias minhas. Lamentável, pois poderia jurar haver entre nós a mais genuína amizade, o mais bonito bem querer...
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Morri. Você soube? Já sabe? Talvez até tenha sentido a minha falta, mas o tempo ou outro motivo qualquer não lhe deixaram procurar notícias minhas. Lamentável, pois poderia jurar haver entre nós a mais genuína amizade, o mais bonito bem querer... Eu com certeza teria morrido feliz se não houvesse percebido que havia sim toda essa amizade e todo esse bem querer, só que era unilateral, só de mim para você.

Sou mesmo paradoxal, pois achando-me mais frágil que o mais fino cristal toda vez que a vida me chama para a luta, que o cotidiano me confronta, descubro em mim força em todas as entranhas. Sou mulher, bicho, leoa...não fujo à minha sina e nem questiono a minha sorte. Eu encaro…
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Sou mesmo paradoxal, pois achando-me mais frágil que o mais fino cristal toda vez que a vida me chama para a luta, que o cotidiano me confronta, descubro em mim força em todas as entranhas. Sou mulher, bicho, leoa...não fujo à minha sina e nem questiono a minha sorte. Eu encaro o dragão ameaçador que me rouba o sono, desafio o monstro que insiste em roubar a minha paz. Sou mulher, sou frágil, choro e rego a alma. Afinal, creio que as lágrimas são a prova cabal de que não tenho a alma árida. Vou mais uma vez à luta!

Não sou de prestações, de meias palavras e muito menos de meios encantos. Sou atirada, me rasgo e me jogo, pois emoção é como pimenta, tem que ser forte. Então comigo não tem esse negócio de desejar felicidades aos amigos no início de cada mês, já desejo no começo do ano sempre…
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Não sou de prestações, de meias palavras e muito menos de meios encantos. Sou atirada, me rasgo e me jogo, pois emoção é como pimenta, tem que ser forte. Então comigo não tem esse negócio de desejar felicidades aos amigos no início de cada mês, já desejo no começo do ano sempre um ano soberbo e de alegrias infinitas. Bem, o caso é que ontem, primeiro de Julho, inspirada pela música de Billy Paul, desejei um feliz mês de julho para todos. Confesso que nunca um desejo deu tão errado para mim, senhoras e senhores...vivi o primeiro dia de julho mais triste de toda a minha vida. Bem, mas a vida segue seu curso.

Otimismo 365 dias ao ano? Fé inabalável uma vida inteira, Alegria no desjejum, no almoço e no jantar?
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Otimismo 365 dias ao ano? Fé inabalável uma vida inteira, Alegria no desjejum, no almoço e no jantar? Prazer haja a intempérie climática que houver? Eu a mim me basto " ex tunc"? É...muita coisa eu finjo pela obrigação de dar bons exemplos e de levar alento a corações mais angustiados que o meu. Nessa euforia cotidiana eu sou quase sempre uma fingidora, mas só nesse quesito de não querer dividir minhas angústias com ninguém mais além de mim. E isso não é egoísmo, é ter o mínimo de respeito com as pessoas que amo.

E eu que pensava conhecer o amor...ele surgiu de mansinho na minha vida e foi tomando conta de todo o meu ser. Agora, quando ausente faz todo o resto ficar incolor, insípido e inodoro. Mas quando possibilita o encontro é só êxtase.
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E eu que pensava conhecer o amor...ele surgiu de mansinho na minha vida e foi tomando conta de todo o meu ser. Agora, quando ausente faz todo o resto ficar incolor, insípido e inodoro. Mas quando possibilita o encontro é só êxtase. A saudade dói!

Estou me tornando uma velha covarde. Onde anda a fé que eu não preciso alardear que tenho, mas que sei que é forte e é o que mantem em pé. Estou covarde como um rato acuado no canto da parede, assustada e trêmula. Ao mesmo tempo que me sinto a menor das criaturas me imbuo no pape…
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Estou me tornando uma velha covarde. Onde anda a fé que eu não preciso alardear que tenho, mas que sei que é forte e é o que mantem em pé. Estou covarde como um rato acuado no canto da parede, assustada e trêmula. Ao mesmo tempo que me sinto a menor das criaturas me imbuo no papel de Deus, pois sugiro a Ele que já estou pronta para ir embora... Toda manhã ensaio ficar na cama até que durma o sono eterno, prometo que não vou mais olhar nenhum recado em qualquer rede social e não cumpro o que me proponho a fazer. Estou cansada de tanta violência, de tanta covardia, de tanta falta de amor...estou cansada de estima, abraço e beijos virtuais.

Me detive em frente ao meu espelho interior e fiquei estarrecida com tantos horrores encarados. Me descobri uma fraude, uma borbulhante e alegre farsa. Me encontrei numa cortante solidão, daquelas que na hora "H", quando faz-se mister contabilizar o número de amigos, sua cabeça q…
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Me detive em frente ao meu espelho interior e fiquei estarrecida com tantos horrores encarados. Me descobri uma fraude, uma borbulhante e alegre farsa. Me encontrei numa cortante solidão, daquelas que na hora "H", quando faz-se mister contabilizar o número de amigos, sua cabeça quase explode e não vem um único nome. Então não encontrei para onde correr, só me restou constatar que sou um enorme e retumbante fracasso. Está doendo muito, está doendo demais...sinto que estou diluindo aos poucos, e a única companhia desses momentos derradeiros é algo que jamais me abandonou, a sempre presente solidão.

Trago comigo a mania esquisita de ver o bom e o bem em todos. Gostaria muito de desapegar-me desse vício, que não sei se de ofício ou existência. Tenho vivido esse mais de meio Século de existência na inocência, ou melhor, ingenuamente crendo que todos os ois e olás são dados pa…
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Trago comigo a mania esquisita de ver o bom e o bem em todos. Gostaria muito de desapegar-me desse vício, que não sei se de ofício ou existência. Tenho vivido esse mais de meio Século de existência na inocência, ou melhor, ingenuamente crendo que todos os ois e olás são dados para a gente por pessoas que realmente se preocupam conosco, que nos estimam e nutrem pela gente todos os bons sentimentos de uma verdadeira amizade. Aqui não culpo ninguém além de mim, porque vivo uma realidade anacrônica à época em que realmente vivemos. Quando digo que sou mocinha, não me refiro a minha idade porque essa jamais fiz questão de ocultar, mesmo porque acho que todos devemos nos orgulhar pela bagagem que carregamos. Quando refiro a mim como mocinha é uma alusão feita aos romances que aprecio e também em antagonismo às vilãs que também fazem parte do enredo desse gênero de literatura. Bem, o fato é que confesso que cansei...já crendo piamente ter feito por essas paragens tudo o que havia para ser feito por mim, tenho entregue diuturnamente minha vida a Quem a criou e a mim me deu. Ah, como me satisfaria encerrar aqui com um agradecimento a cada qual que de alguma forma conviveu comigo e já aproveitando dar o meu adeus.

Quero ganhar a Mega-Sena acumulada, ir para Málaga, Maldivas ou Maurícius, tanto faz...curtir o mar até o fim, dele ou Meu, também não importa...Mergulhar na felicidade, Morrer de amor pela vida, Misturar tudo que eu gosto sem Me importar se combina...Meditar no Mahal, Mulher con…
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Quero ganhar a Mega-Sena acumulada, ir para Málaga, Maldivas ou Maurícius, tanto faz...curtir o mar até o fim, dele ou Meu, também não importa...Mergulhar na felicidade, Morrer de amor pela vida, Misturar tudo que eu gosto sem Me importar se combina...Meditar no Mahal, Mulher consumista, como todas as Marias torrar nos shoppings e, o resto, Melhor decidir com Moderação!

Nem quem a observasse atentamente poderia supor a tempestade interna que ela estava enfrentando. Acostumara-se desde sempre a só transmitir alegria, a euforia que realmente sentia diante de muitas coisas que a encantavam. Nesse momento sua dor era visceral, mas ela reagia como mo…
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Nem quem a observasse atentamente poderia supor a tempestade interna que ela estava enfrentando. Acostumara-se desde sempre a só transmitir alegria, a euforia que realmente sentia diante de muitas coisas que a encantavam. Nesse momento sua dor era visceral, mas ela reagia como moça fina, como também fina era sua ironia...

A vida é um movimento incessante de metamorfoses...triste é aquele que se agarra a uma idéia, a um sentimento ou a qualquer outra coisa e faz desse apego um fato imutável. Nem as pessoas as quais amamos mais que a nossa própria vida ficam conosco para sempre e, isso às vezes inde…
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A vida é um movimento incessante de metamorfoses...triste é aquele que se agarra a uma idéia, a um sentimento ou a qualquer outra coisa e faz desse apego um fato imutável. Nem as pessoas as quais amamos mais que a nossa própria vida ficam conosco para sempre e, isso às vezes independe da vontade de ambas as partes, como no caso da morte. Então, até esse amor sofre uma mudança, passa da alegria do convívio para a felicidade das lembranças. Chato é deixar de gostar de alguém por qualquer besteira e, divino é ter a oportunidade de amar alguém a quem não se valorizava. Então, queridos, nada é definitivo!