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Frases de Andre Saut

1.025 frases

Hoje foi dia da Faxina no meu coração. Tirei o pó de cada cantinho, descobri amores adormecidos em confortáveis travesseiros do tempo. As prateleiras estavam cheias de sonhos guardados e alguns que eu nem lembrava mais que me fizeram sorrir. Achei discos de vinil de sorrisos e go…
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Hoje foi dia da Faxina no meu coração. Tirei o pó de cada cantinho, descobri amores adormecidos em confortáveis travesseiros do tempo. As prateleiras estavam cheias de sonhos guardados e alguns que eu nem lembrava mais que me fizeram sorrir. Achei discos de vinil de sorrisos e gostosas gargalhadas que foram sucesso nas rodas de amigos. Encontrei vasos cheio de botões de saudades que em segundos viraram flor, encontrei cartas cheias de histórias e histórias encharcadas de amor. Hoje foi dia de faxina no meu coração, tirei o pó de tudo mas não botei nada fora. Só a tristeza que onde encontrei, coloquei no lixo do esquecimento e mandei embora.

Se você estiver bem no meio quase tudo tem 2 lados. O lado de dentro
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Se você estiver bem no meio quase tudo tem 2 lados. O lado de dentro e o lado de fora. O dia e a noite. A água e a terra. O lado de cima e o lado em baixo. Mas se você olhar direito tudo tem um lado só. O dia e a noite se encontram num entardecer. A água e a terra na verdade é uma refrescante praia. O lado de cima e o lado de baixo, uma escada rosolveu. O teu lado e o meu? num abraço acabou sendo o nosso lado.

Nesta vida que passei, Sabe Deus, Quantos beijos eu ganhei?
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Nesta vida que passei, Sabe Deus, Quantos beijos eu ganhei? Beijos carinhosos, Beijos amados, Beijos mimosos, Beijos babados, Beijos roubados, E, de todos, o que mais gostei Foi do sonhado, do inesperado, Do suposto, do deposto, do amado, Do próximo e também do anterior. Amei todos, sem exceção , Pois não vou ser preconceituoso, Um beijo é sempre um beijo, Deixa marca no rosto e uma Saudade para sempre, Gravada no coração.

Amor de crianca brincadeira de mocinho e bandido,
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Amor de crianca brincadeira de mocinho e bandido, que depois do “mãos ao alto” e um ou dois beijos roubados, os braços que abaixando encaixam como algemas se abraçam presos no momento do tempo, na lembrança para sempre, no coração.

Coisa mais linda é a diversidade desta tão sonhada felicidade. Para alguns é um espetáculo com palhaços,
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Coisa mais linda é a diversidade desta tão sonhada felicidade. Para alguns é um espetáculo com palhaços, malabaristas e equilibristas. Para outros, uma serenata ritmada pelo compasso de batidas de corações. Outras vezes quieta como a lua cheia, iluminando o caminho, iluminando as calçadas da vida. Também surge como um cometa que de tão rápido que passa, mal dá tempo para deixar saudades. Ou como uma orquestra que a vizinhança toda escuta e compartilha, como o canto de um passarinho ao pé do ouvido. É, que coisa mais linda, mais diferente esta tal felicidade que mexe lá na alma da gente.

Musiquinha de acordar do Sapo Gaudério Na noite fria lá no cemitério,
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Musiquinha de acordar do Sapo Gaudério Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. (faz barulho de sapo) Uma vaca muge outra coruja canta, mas quem acorda todo mundo É o sapo gaudério, aquela anta. Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. (faz barulho de sapo) Não tenha medo não tem mistério, que este som feio é só o tal do sapo gaudério. Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. (faz barulho de sapo) Sonha minha prendinha, dorme meu amiguinho que lá no céu nos cuidando, tem um balaio de anjinhos.

Num dia de céu azul, numa floresta verde nasceu uma onça branca filhotinha de um casal de onças pintadas.
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Num dia de céu azul, numa floresta verde nasceu uma onça branca filhotinha de um casal de onças pintadas. Foi um espanto para todos, ela era diferente. Os pais eram pintados e ela nasceu branca. Os irmãos eram pintados, os primos eram malhados, tinha até uns listrados. Mas ela era branquinha como um papel sem desenho. Branquinha como as nuvens, branquinha como as margaridinhas. Mas também branquinha como a oportunidade de ser da cor que queria. Por enquanto que ela crescia, sua cor mudava todo dia. Quando ela brincava no barro da beira do rio, ficava marrom. Quando ela brincava no mato ficava verdinha, quando comia melancia, ficava cor de rosa e quando chovia, ficava branquinha de novo. E teve um dia que até pintada ela ficou, foi quando no seu peito uma criancinha sem medo um coração desenhou.

Na noite fria lá no cemitério, canta solito
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Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. Ao longe uma vaca muge e uma coruja canta, mas quem acorda todo mundo É a anta do sapo gaudério. Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. Não tenha medo não tem mistério, que este som feio é só o tal do sapo gaudério. Na noite fria lá no cemitério, canta solito o sapo gaudério. Sonha minha prendinha, dorme meu amiguinho que lá no céu nos cuidando, sempre tem um anjinho.