repulsei o ódio que a ira traiu, passageira.
Frases de Andre Pesilva
184 frases
Rol de nomes aos bois sem guardar orgulho da raça que tem barulho
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Rol de nomes aos bois sem guardar orgulho da raça que tem barulho de carroça na cabeça.
Fala, garoto: Quando nos conhecemos éramos jovens!
Mr. Dylan, não cale as canções que nasceram em meio ao calor
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Mr. Dylan, não cale as canções que nasceram em meio ao calor da Guerra Fria.
Não tomei muito (só umas e outras) na decisão de ser sozinho. Redescobri nos dias
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Não tomei muito (só umas e outras) na decisão de ser sozinho. Redescobri nos dias feitos para nós. Já não os tenho como outrora, eu estive apaixonado por você e pela vida!
Solto a vida pela janela. Fiel como trilho e o trem. Corro descalço
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Solto a vida pela janela. Fiel como trilho e o trem. Corro descalço a caminho de ferro. Os pés suados, empanados de terra, e as unhas de fora.
Da chegada ao Porto, ao pôr do sol. Um céu reluzente!
De vez em quando, passa, mãos dadas com um verso.
Já me abriguei nas paixões. Moro no amor!
Depois que a face envelhece, ela volta a escrever: Contos para a juventude.
No rumo dos mesmos passos muda sombra.
Perdas e despedidas. Dividido em uma nova decisão. A distância traz saudades
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Perdas e despedidas. Dividido em uma nova decisão. A distância traz saudades a dúvida deixa insatisfação.
jogo da terra, dentro e fora do campo, a luta vale
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jogo da terra, dentro e fora do campo, a luta vale a vida, sem fila de espera...
A TV não vale mais que a antena. Não vale mais que o aparelho desligado. Não vale mais que a própria invenção...
Num futuro próximo, lembro os bons momentos que hoje vivo.
Quem chega não chama. Quem entra não bate.
Para que vou dormir, se tenho que acordar, antes do meu sonho começar?
A infância não sobrevive no tempo, somente assombra na lembrança.
A infância vai à criança, senil fica. Ao menos farto de anos comemoro os melhores dias nesta vida.
O tempo não padece, os sonhos não dormem.
Era uma tarde como esta. O vento brando beija meu rosto esmaecido.
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Era uma tarde como esta. O vento brando beija meu rosto esmaecido. Namoro o inverno na entrada da estação; entre o trem e a plataforma, ouço Bolero de Ravel
Planto só em palavras, os bons momentos da vida.
Não tenho teto, venho descalço. De pé, o lápis
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Não tenho teto, venho descalço. De pé, o lápis é a enxada. Qualquer papel é o meu solo.
No seu primeiro cravo elogiam a timidez.