Uma tal ovelha negra se desgarrou do rebanho, conseguiu sua liberdade, desfrutou do assanho; e agora com mais maturidade, continua ovelha negra, só que feliz e arteira, dança com o namorado na luz da fogueira.
Frases de André Anlub
453 frases
O verde vivente evidente, fez nuance nos raios dourados do sol que surgiam e sumiam ao bailar de folhas, no cair de sementes, da jabuticabeira.
Haverá um menino e tornar-se-á bem sabido, verá tudo se repetindo... Sorridente - indiferente e a alcunha de sobrevivente, sentará feliz lá na praça jogando milhos pras garças
Sentada à mesa ao jantar, perfeita na metáfora dos gestos; pegando o suco, molhando os lábios, encanto abrupto nos calores honestos. Sei dessa vida o meu vagar, sinto-me amar e vou dizer: tenho prazer nos excessos dos seus ardentes hinos, sendo inteiramente felina nas horizontais…
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Sentada à mesa ao jantar, perfeita na metáfora dos gestos; pegando o suco, molhando os lábios, encanto abrupto nos calores honestos. Sei dessa vida o meu vagar, sinto-me amar e vou dizer: tenho prazer nos excessos dos seus ardentes hinos, sendo inteiramente felina nas horizontais de prazer.
Abrigo-me com humildade num ninho, aprendo a voar como águia, correr como água e seguir o meu guia.
Quem será o guardião desse coração tão intenso, raro e quente? A verdade mostra pra que veio, o ópio evapora na veia, surge a sorte pisando na morte, tornando o instante perfeito.
Sonhei com o dia que estreou a nova fase da lua, feita com calma e cuidado, só para os apaixonados. Ela tornava-se duas, duas metades encantadoras, sempre perto uma da outra, assim como um casal... Cada qual com sua importância, influenciando nas vidas e refletindo a luz do astr…
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Sonhei com o dia que estreou a nova fase da lua, feita com calma e cuidado, só para os apaixonados. Ela tornava-se duas, duas metades encantadoras, sempre perto uma da outra, assim como um casal... Cada qual com sua importância, influenciando nas vidas e refletindo a luz do astro rei.
Talvez não seja minha flor que aflora, mas nem por isso não é fina flor. Sei por que nunca mais o amor apavora e por hora só tem transbordado em calor.
Os motores aos ouvidos em dores; os odores do carbono a calhar; o cruzar de mil pernas; as janelas com visão limitada e a empreitada de ser e estar.
Sendo o alicerce mais forte, fez-se o castelo; nasce o coveiro, que rompe vis elos, enterra as contendas, encarcera o faqueiro que insiste no corte. O som é mais ameno no feliz badalar dos sinos, para a hora do recreio.
Dizem que a morte não é tão ruim, pois é um novo começo. Não, obrigado! Gosto da rotina, da memória do que vi na retina e de relacionamento extenso.
Quando quer é só amor, deflagra harmonia. Herméticas rimas da noite - parto do dia. Bardo na clara bigamia, soa, voa, corre, socorre; a poesia em devotada sincronia, brota numa cópula! E a tinta escorre...
Tem aquele idiota que leva o desaforo pra casa e por pouco não pede pra esposa dormir com ele.
Deixe o mistério ser sua sombra, verso amigo, pleno e sobra. Ninguém nunca saberá tudo, tampouco um pouco que seja, sobre a magnificência da obra.
Temos o poder do pensamento, e de torná-lo secreto e restrito. Se tudo que viesse à mente fosse exposto em praça pública, todos os monstros fantasmagóricos e bárbaros tomariam forma.
Não quero envelhecer tornando-me aquela máquina que funciona no automático e nunca sai do controle. A engrenagem devidamente lubrificada e há hora certa para cada função. Quero o gosto do sal na língua e no corpo, a brisa no rosto e muita areia nas solas dos pés. Quero ver nova g…
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Não quero envelhecer tornando-me aquela máquina que funciona no automático e nunca sai do controle. A engrenagem devidamente lubrificada e há hora certa para cada função. Quero o gosto do sal na língua e no corpo, a brisa no rosto e muita areia nas solas dos pés. Quero ver nova gente, lugares belos, criar outros versos e acordar cada manhã com um curioso viés.
Não trate a vida como uma hecatombe, nessa manhã fria, cinza, sozinha. Quero no ínterim que se sinta minha. Quero que exponha esse amor que de certo esconde.
Notei teus olhos com tal brilho em diamantes, fiz da essência fartas cores cintilando e adorei-te pelos dias, meses, anos. Corri por terras mais inóspitas e distantes, e na procura achei-te inteira, sorridente e amante.
Pela manhã molho o rosto e constato minha sorte, perdi há tempos a necessidade de encenar. A barba branca, o cabelo ralo e da vivência o aguçado faro - o voo mais acertado.
Quero sempre estar com ela em novos sonhos e novas ideias, outros planetas, inúmeros cometas, espalhando os sentimentos nas caudas de veemência, nos inéditos momentos, em outras ondas, outras facetas, alegrias e tristezas que esculpem nossa existência.
Ajude-me a nadar em sua correnteza, pois fico mais confortável e feliz. Aquela força resistente me diz: Atravesse o oceano e me beija.
E vem... Os olhos mirando o bloquinho, sou zanho, sou zen, sozinho. Quebrou-se o silêncio, no barulho do meu copo, o gelo frenético batendo no fino e fanho vidro, ao ser mexido pelo dedo. E vem o convite à escrita...
As navalhas dos erros fazem cortes diversos uns profundos, outros não, uns cicatrizam logo, outros não. Há pessoas que tem o talento nato de afiar as navalhas e lamentar depois.
A lua saiu com frio e tão pálida, pensamos que estivesse acamada. Veio a nós pelo mar, tremendo, até chegar à praia. E assim deu-se o beijo.