A opinião de Zé tem importância para alguém; às vezes para uns, às vezes para muitos; mas a sua opinião pode não ter importância para Zé... mas há grandes chances de ter para um, para uns e até para muitos.
Frases de André Anlub
453 frases
O problema da impunidade não é só não punir os culpados, mas também incentivar os que ainda não são a serem, e dar aval aos que são a continuar sendo.
Os defeitos que te alimentam também são defeitos que te consomem.
Solidão: só lidou com saudade, só lhe dou atenção...Lá estou eu, sonhando, com os olhos embaçados e embasados nos seus.
Brincar com o sonhar é brindar com a vida; realizar-se é só uma deleitosa consequência. Existe a disposição natural à boêmia, basta escolher se a quer passiva ou ativa.
Surge de vez em quando um dia sem cor, para fazer sorrir os que tem o deleite de colorir momentos.
O Homônimo disse que o Sinônimo era redundante. Sinônimo respondeu: Posso ser prolixo, pleonástico, tautológico... Mas não sou um cara de várias caras.
Lá se foi o passarinho, por entre os coqueiros mergulhou na maresia... Deixou um frágil dedo apontado ao infinito, colado ao sorriso do rosto da garotinha.
Não tenho heróis... nem deus, nem meu pai, mãe ou qualquer outro amigo ou membro da minha família! O bicho homem é passivo de traição, e costuma fazer bom uso desse "direito". Não espero, nem projeto nada em ninguém para não me decepcionar! Não acredito em Sassá Mutema!
Pousando na realidade dos princípios, meios e fins, sem a presunção do perene; com a benção do meu cerne; voo novamente feliz e quando quero, dentro de absurdos devaneios, fora de obtusos horizontes, na serenidade que me confere. Não, não sou filósofo, nem profeta, minha linha nã…
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Pousando na realidade dos princípios, meios e fins, sem a presunção do perene; com a benção do meu cerne; voo novamente feliz e quando quero, dentro de absurdos devaneios, fora de obtusos horizontes, na serenidade que me confere. Não, não sou filósofo, nem profeta, minha linha não é nada reta; às vezes sou prólogo e prolixo, com muitas marcas e metas, enfrento, flerto e afago as cacholas abertas.
A Mentira de pernas curtas, médias, longas, maratonista ou lerda, um dia se enfastia e acaba sendo alcançada.
O verde vivente evidente nunca está de 'saideira'; faz nuance nos raios dourados do sol, que surgem e somem ao bailar das folhas e no cair das sementes da jabuticabeira.
Não se venda ao sistema, não aceite ser trem e voe!
Minha consciência é extremamente leve, mas não há maleficência que leve.
Totalmente anárquico nas minhas lucidezes e pragmático nas minhas loucuras.
É na ponta da flecha que se põe o queijo para assar. Já não era sem tempo. O espaço curto dentro do enorme absurdo que mostra os dentes. Absurdamente inquieto, tal tempo; equidistante momento, no outro lado do globo (no universo da mente), veio a saudade trajando um belo vestido…
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É na ponta da flecha que se põe o queijo para assar. Já não era sem tempo. O espaço curto dentro do enorme absurdo que mostra os dentes. Absurdamente inquieto, tal tempo; equidistante momento, no outro lado do globo (no universo da mente), veio a saudade trajando um belo vestido meio marrom – com tom de lameira, e meio gelo – com tom de lamento (quase um Prada).
Que fatalidade: ao fechar seu zíper, Zappa perdeu seu Zippo; ficou com o fumo, mas sem consumo, sem fogo, sem fósforos; ficou famélico e – quem diria – com fisionomia de abstêmio, perfume de absinto e sorriso de feijão-fradinho.
Fazer parte da paisagem, como miragem; ter esperança com segurança, brio e equilíbrio... é assim que se vive – meu alvitre; é isso que se deve solver – meu parecer. É e será assim do princípio ao fim.
Ir contra a maré, bater de frente com o sistema e criar seus próprios preceitos são atos revolucionários.
Nas manhãs o sol piegas me prega uma peça: se esconde atrás de uma nuvem e torna ainda mais glacial a água da cachoeira.
E caem as águas da chuva, agitando as folhas que parecem dizer “sim”; molham meu corpo e meus aforismos; molham as escritas: poesias e prosas... regam as rosas do jardim do viver.
Às vezes criam-se expectativas e ânimos, não só para ir atrás de tal coisa, mas também para fugir de outra.
A fruta no pé, Pé descalço no chão; Céu azul como outro dia,
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A fruta no pé, Pé descalço no chão; Céu azul como outro dia, Dia com a ‘cuca fria’, Chá quente, Cheiro de pão.
Se conhecer é acender um incenso ‘corta inveja’ para combater não só as invejas alheias.