Sempre quero sorte plena, cem por cento de êxito, na sede, na sina e na senda... Sem cena. Vou tentar, tentar e tentar novamente, até valer a pena.
Frases de André Anlub
453 frases
Nunca temas as vozes: algozes – atrozes. Travestidos de pouco caso. Não és o rei deposto, ainda tens um reinado e coroado de alento, tens a rainha de gosto.
Não devemos deixar ferver a cobiça, para não queimarmos a cabeça, grelhando os neurônios e temperando a soberba. Na bondade existe a candura, a face do nosso verdadeiro “eu”. E tão logo se alcança o apogeu, quando estendidas nossas mãos, tratando todos como irmão, nivelando a mes…
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Não devemos deixar ferver a cobiça, para não queimarmos a cabeça, grelhando os neurônios e temperando a soberba. Na bondade existe a candura, a face do nosso verdadeiro “eu”. E tão logo se alcança o apogeu, quando estendidas nossas mãos, tratando todos como irmão, nivelando a mesma altura e sem julgamentos em vão.
Uma das chaves para a porta do viver melhor é reconhecer e valorizar mais as vitórias do que as derrotas.
Faça um traço, entre em ação e cores irão fluir no seu pensar. Encéfalo explode, ogiva nuclear, arco-íris, cogumelo, refração.
Não sei se é tão importante saber se haverá vida após a morte; mas uma coisa eu garanto: É essencial haver antes.
Dentro e fora do nada prático homem apático, um específico sentimento colossal abrolhou. Abrigou a cautela num juízo lunático básico, cingindo o corpo e tocando o amor.
Logo que começaram a reciclar o lixo, certos indivíduos, inúteis e presunçosos, perderam um adjetivo.
Meus cães são meus amores, senhores, donos da situaçãos. Eles não guardam rancores e nunca me deixam na mão.
Minha alma e coração, amizade plena e comunhão. Paranoicos, cegados, categoricamente contrariados. Irmãos, quase siameses, gêmeos no amor, na doçura e na ilusão.
Olho por olho, dente por dente, é coerente que os opostos se atraem. Na beira do abismo dou um passo à frente, mergulho fundo, só o amor constrói.
Vê-se os trilhos do bonde, no pé das frutas do conde, no entorno do misto dos milhos, com as doces e tortas espigas do conde de monte cristo.
Se sou retrógrado? Digo que sou como uma velha locomotiva a vapor, mas que gosta de uma sauna seca. Tenho no eucalipto o odor e no suor minha seiva.
Fita uma rota, faz uma bola: amassa, arremete, amarrota. Na lixeira dos olhos no mundo, vendo tudo e uma untuosa esmola que pelos dedos escorre.
Tento de mil maneiras, vivo um “tentar” sem fim, de jeito nenhum são asneiras, de que outro modo enfim? Quando chego ao triunfo parto em novo desafio, da meada não perco o fio, pois há garra onde há esmero. Posso envergar, mas não quebro e jamais abandono o que quero.
Há amor doce com gosto de mel; há o infinito, com tom de céu. Tem o que não se vê, pois o lume é forte; tem o que está perdido, sem sul nem norte. Há amor como o mar, de tão bonito; outro impossível, que soa ser mito. Amor que não é romeiro, mas vive na fé, não move a montanha, m…
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Há amor doce com gosto de mel; há o infinito, com tom de céu. Tem o que não se vê, pois o lume é forte; tem o que está perdido, sem sul nem norte. Há amor como o mar, de tão bonito; outro impossível, que soa ser mito. Amor que não é romeiro, mas vive na fé, não move a montanha, mas a atravessa a pé... E nesses amores há o seu e o meu, que não é profano, tampouco sagrado, que não é de agrado ser o mais perfeito, nem quer ser eleito o amor do ano e embaixo dos panos é sempre alado.
Olho-te e já não vejo só o teu rosto... Vejo uma aquarela de intermináveis possibilidades.
(Soi-disant) Sempre fui caçador! Agora chegando ao patamar da vida, com as soluções nas mãos e a visão ligeiramente cega mas corretamente bem resolvida. Morrerei lapidando meus olhos, olhos de um pretenso poeta.
Sagrada inspiração e o real do imaginário, são sombras no caminhar solitário.
Todo escritor tem uma espécie de livro, ou pelo menos o rascunho, em sua mente. Tem escritor que não o expõe e muitos nem sequer sabem da existência do mesmo.
Tudo está se tornando efêmero na ciência, escrita, arte, amor e amizade; o novo, amanhã, já é velho. Sobre a partícula de Deus? Já esperam, impacientemente, a do Diabo.
Se ler é exercitar o cérebro; ler poesia é “anabolizá-lo”.
As emoções são rústicos vigias, que transitam pelas alamedas vazias, passando pelos tugúrios de pedras com suas luminosas lamparinas. O lume dos candeeiros, divide com o vigia e o amor, por dentro dos muitos nevoeiros, todo seu sincero fulgor.
Ah, esses namorados, são apaixonados interessantes, seus corações, seus romances, amor compromissado. Fazem loucuras sem limites, paixões ardentes sem juízo, só aceitam improviso, não aceitam palpites. Ah, esses amantes, é sem vergonha essa entrega, dizem que dá náuseas, dizem qu…
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Ah, esses namorados, são apaixonados interessantes, seus corações, seus romances, amor compromissado. Fazem loucuras sem limites, paixões ardentes sem juízo, só aceitam improviso, não aceitam palpites. Ah, esses amantes, é sem vergonha essa entrega, dizem que dá náuseas, dizem que dá raiva e quase sempre... causa inveja.