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Frases de Ana Clara Cabral

87 frases

Com o tempo descobrimos que o melhor lugar do mundo é aquele em que somos, efetivamente, aceitos e recebidos com um sorriso sincero.
Eu vejo poesia no cerrado. Tem dias que a gente sente; no outro, a gente escreve. Eu vejo verde no cerrado.
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Eu vejo poesia no cerrado. Tem dias que a gente sente; no outro, a gente escreve. Eu vejo verde no cerrado. Tem dias que é silêncio; no outro, só paisagem. Eu vejo sol no cerrado. Tem dias que a gente aquece; no outro, é sol que arde. Eu vejo flores no cerrado. Tem dias que vira espinho e espeta; no outro, apenas FLORescem. Eu vejo vento no cerrado. Tem dias que ele sopra; no outro, só resseca. Eu vejo poesia no cerrado. Tem dias que é só poema; no outro, é só poeta.

A VIDA E A COR QUE VOCÊ PINTA Você pode colorir a sua vida com a cor que quiser. Pinte com alegria, sem beirar a loucura. Não seja insano ou medíocre. Eu não me importo se você gosta de tons goiaba, seja claro ou mais escuro. Eu respeito!
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A VIDA E A COR QUE VOCÊ PINTA Você pode colorir a sua vida com a cor que quiser. Pinte com alegria, sem beirar a loucura. Não seja insano ou medíocre. Eu não me importo se você gosta de tons goiaba, seja claro ou mais escuro. Eu respeito! Eu não me importo se você veste rosa ou azul, tampouco se a sua cor preferida possui “a cor do seu órgão genital”. Se o Papai Noel é fruto da imaginação humana ou do capitalismo, o vermelho é o que menos importa. Não deixe a vida perder a cor. Pinte até mesmo de tons laranja, mas ao fazê-lo, indique a autoria, não culpe os tons.

FELIZ Companhias ruins, Evito.
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FELIZ Companhias ruins, Evito. Opiniões negativas, Não absorvo. Todas as verdades, Não faço questão. Excesso de franqueza, Não creio! Críticas, Apenas as construtivas. Desculpe, eu sou feliz!

A PEDAGOGIA DA TRISTEZA Quando a dor penetra a nossa alma e atravessa nossos ossos, tudo parece uma eternidade. A brisa, que antes transportava suavidade, transforma-se num toque gélido e pesado.
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A PEDAGOGIA DA TRISTEZA Quando a dor penetra a nossa alma e atravessa nossos ossos, tudo parece uma eternidade. A brisa, que antes transportava suavidade, transforma-se num toque gélido e pesado. O tempo nos arrasta feitos seres acorrentados em fatos e histórias tristes. São dias longos que exige de nós uma pausa. Perdemos a noção de tempo e espaço e não temos mais controle sobre coisa alguma, restando apenas tristeza em um olhar cansado e o desânimo nos braços de quem acreditava que a esperança e a fé triunfariam no final. São dias difíceis em que o sol sufoca e a melancolia do frio se avizinha. Contar os dias se torna uma tarefa muito mais difícil nos fazendo perceber que o tempo é relativo. Aquele tão esperado sorriso, que agora teima em retornar, aos poucos se transforma em aprendizagem pedagógica, nos fazendo mais maduros, sensíveis e humanos. Não é a esperança a última a morrer; e sim, a paciência.