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Frases de amauri valim

819 frases

O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte d…
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O homem é o grande criador. Criou um Deus e fez dele o maior, intocável, onipotente, de visão vasta e minuciosa. Mas não bastou, o homem necessitou criar um grande aliado, um corruptor oportunista chamado Diabo. Estas simbologias estão no imaginário do homem como se fosse parte de sua genética; está no sangue. Para toda a verdade absoluta: um Deus e que acuda. Para toda a transgressão: um castigo diabólico e que salve se puder. O pior entre os homens de bem são os desgraçados que atribuem à nobreza a um inferno pelos seus feitos. Depois o homem criou um Cristo, o filho da onipotência, dotado de pecado e de poderes, aliando tanto a Deus quanto ao Diabo, foi posto a diversas provas inclusive a de não se salvar das maldades do homem; foi morto e crucificado; o homem tornou capaz de ressuscita-lo. O homem exerce poder superior sobre tudo o que há na terra, destrói o corpo do cristo e consegue manter viva a alma enigmática dele e assim continua criando alienações. A alienação é capaz de ameaçar a consciência humana e por falta de autonomia há uma perda de identidade em que o homem perde seus próprios valores forçado a assumir necessidade de consumo religioso. O homem é uma pecinha de engrenagem movida pelo espírito religioso já orbitado por forças enigmáticas entre Deuses e Demônios, e, para dar forma: um êxtase religioso. Na sociedade materialista criam-se Deuses, Demônios, Cristos propiciados pelo homem que produz efeitos espirituais para dar forma ao julgamento e a condenação. Sendo para o homem a concepção de Deus; o seu próprio domínio.

A mentira produz efeito milagroso e o milagre é o resultado da charlatanaria sobre o produto da fé. Criam-se doenças da alma que depois são entendidas como pecados, para todo o pecado, há uma mentira que a justifica, e, “umas obrinhas” das divindades para safar-se. Sendo a mentir…
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A mentira produz efeito milagroso e o milagre é o resultado da charlatanaria sobre o produto da fé. Criam-se doenças da alma que depois são entendidas como pecados, para todo o pecado, há uma mentira que a justifica, e, “umas obrinhas” das divindades para safar-se. Sendo a mentira e a fé possuidoras dos conflitos eternos nas complexidades do homem.

As relações sociais são ações que determinam o dia de cada um, havendo um conjunto de transformações no processo de vivê-lo dia após dia e compreendê-lo as passagens. A escola e a igreja são os grandes elos das relações sociais para os indivíduos e para a compreensão dos aconteci…
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As relações sociais são ações que determinam o dia de cada um, havendo um conjunto de transformações no processo de vivê-lo dia após dia e compreendê-lo as passagens. A escola e a igreja são os grandes elos das relações sociais para os indivíduos e para a compreensão dos acontecimentos, os processos muitas vezes são conturbados pela desobediência de indivíduos no ideal humanista das relações. Ao mimetista cabe a gloria do grande Manitu, desde que ele seja compreendido pela sociedade. Ao transgressor a punição Diabólica já desamparada pelas relações sociais. A. Valim

Que me perdoem os linguistas Dirijo-me às salas, entusiasmado por um “certo ou errado”, por aquilo que às vezes não se sabe para que sirva. Contextualizado pelos desalmados criadores de regras e de algumas combinações de palavras que me dizem ser o básico. Para dar sentido às cr…
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Que me perdoem os linguistas Dirijo-me às salas, entusiasmado por um “certo ou errado”, por aquilo que às vezes não se sabe para que sirva. Contextualizado pelos desalmados criadores de regras e de algumas combinações de palavras que me dizem ser o básico. Para dar sentido às criações alguns chargistas satíricos me gozam. A fala expressa a particularidade de uma natureza individual, mas a gramática que inventaram muda o eixo da natureza humana. A invenção da língua maior, ou melhor, determinam o grau da minha estupidez de um modo teórico, e, para tantas regras apenas poucos são falantes. A cada dia um novo “palavrão” provoca a minha ignorância genética conservadora. Para não propor nenhuma solução atento-me a uma perspectiva nova de compreensão mutante. É possível que as coisas que digo estranhem, ou tão difícil seja a compreensão. Convém às vezes pensar que para qualquer regra haja uma intransigência prevalecendo-se a intelectualidade. Almeja-se que os semideuses linguistas aproximem cada vez mais a ciência para dar sentido ao empírico, à raiz da sociedade através de uma mediação continuada. Amauri Valim

Ao professor se deve ao mínimo o superestimo. O radicalismo é insano, egoísta? A violência endurece a racionalidade, pula etapa, cerceia a razão, corrompe valores morais e fere a dignidade. Houve época que o professor(a) era mais respeitado, mais digno e honrado, todos tinham co…
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Ao professor se deve ao mínimo o superestimo. O radicalismo é insano, egoísta? A violência endurece a racionalidade, pula etapa, cerceia a razão, corrompe valores morais e fere a dignidade. Houve época que o professor(a) era mais respeitado, mais digno e honrado, todos tinham como referência o Professor(a). As forças palacianas deveriam servir com a finalidade de garantir os frutos desses sacrifícios e benefícios para a classe. O Professor(a) já tido como referência, padrão de estética da sociedade, tem sido visto como vilão, de demérito feito, representado pelo radicalismo sindical. São lutas travadas que provocam conquistas e deturpações da mais digna e respeitosa imagem social. Salvem-se! Salve o professor(a) daquilo que possa parecer radical, insano, esquizofrênico! Almeja-se uma representação educativa para a classe, tão mediadora de conflito assim como o professor mediador de conhecimentos. A luta diária torna-se um conflito de interesses entre representante, representado e poder. Perdem-se diariamente os valores humanistas das conquistas. “Ao professor se deve ao mínimo o superestimo”, como reconhecimento parcial da batalha cotidiana. Não esquecendo de que lutam contra os efeitos causados pela incompreensão de um ou outro dirigente. Aos professores se devem a empatia, carisma pela contribuição mediadora do conhecimento. Amauri Valim.

Pensamento Niilista Por Amauri Valim Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado p…
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Pensamento Niilista Por Amauri Valim Na medida em que o homem frequenta o mundo advoga por saberes dogmáticos mitológicos que assentam sobre si, são concepções da verdade superior impregnada em uma corrente genética humana. Há uma absurda necessidade de remédio milagroso dado por mãos sagradas de entes mortos para o fim de toda a impertinência. Norteado pela supremacia dogmática cristã o ser humano é geneticamente submisso sob uma concepção divina. Desprovido de privilégio pelo êxtase da fé e da promessa de salvação também adota o estado de pobreza como prova de fé. A norma cristã é uma vontade de poder onde o oprimido não se da conta da opressão que corrompe naturalmente os homens de mentalidades comuns. A ética religiosa parece cuidar bem da moral dos defensores de uma perspectiva de vida melhor para o futuro; após a morte. A morte é um plano de Deus. O sentido da vida é um plano humano. A fé é o fruto da sustentação do homem corrompido, como recompensa o milagre ou a vida eterna.

Pelo dinheiro a humanidade segue lutando, transgredindo, corrompendo e banalizando, Em um País completamente laico não se faz obrigatório ao indivíduo a religiosidade, o “Deus seja louvado” em notas de reais, o crucifixo na sala do julgamento. Emancipação, laicidade é liberdade é…
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Pelo dinheiro a humanidade segue lutando, transgredindo, corrompendo e banalizando, Em um País completamente laico não se faz obrigatório ao indivíduo a religiosidade, o “Deus seja louvado” em notas de reais, o crucifixo na sala do julgamento. Emancipação, laicidade é liberdade é exclusão; ainda que sejamos alienados.

Vivo a boemia, a penumbra dos misteriosos bares de paredes pretas com escadas em madeiro, de bar em bar; noiteio. Mesmo que eu seja visto debruçado sobre mesas de biroscas, sarjetas, varandas velhas e latas enferrujadas de violetas. Onde o devaneio voa, em uma vida à toa. Assim d…
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Vivo a boemia, a penumbra dos misteriosos bares de paredes pretas com escadas em madeiro, de bar em bar; noiteio. Mesmo que eu seja visto debruçado sobre mesas de biroscas, sarjetas, varandas velhas e latas enferrujadas de violetas. Onde o devaneio voa, em uma vida à toa. Assim detenho o despertar das novas razões do ser livre.