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Frases de amauri valim

819 frases

Páscoa e Natal É mais fácil desenhar a realidade através do mito, Considera-se Constantino o maior imperador da fé e da promoção do cristianismo. Parece ser o cristianismo uma adaptação das antigas crenças mitológicas, para todos os tipos de exploração da humanidade humilde. As…
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Páscoa e Natal É mais fácil desenhar a realidade através do mito, Considera-se Constantino o maior imperador da fé e da promoção do cristianismo. Parece ser o cristianismo uma adaptação das antigas crenças mitológicas, para todos os tipos de exploração da humanidade humilde. As festas e os presentes fazem parte dos rituais no natal e páscoa, são as datas mais marcantes do cristianismo, para tanto, criou-se todo o aforismo religioso em torno de Cristo. As festividades promovem muito mais o sistema capitalista, influenciados se vêm na obrigação de promover o consumismo supérfluo. A tradição passa uma falsa realidade na qual pela existência de Cristo talvez seria rejeitada. As piores atrocidades cometidas pela religião foram a inquisição onde perseguiram e assassinaram milhares de pessoas; a época da colonização e catequização como a escravidão no Brasil; as cruzadas, uma guerra entre Cristãos e Islamitas na terra santa. O passado violento das religiões conotam sacrifício, morte e violência, Cristo é um exemplo. Muitos ataques terroristas são justificados por vinganças religiosas, conquistas e domínios de povos foram também em nome do Cristianismo, a igreja apoiou guerras em prol de seus ideais e domínios do catolicismo. Por fim a igreja contribuiu para o ódio e racismo, e continuou por toda a sua existência a vender mentiras para controlar as pessoas. A hipocrisia cultivada a milhares de anos promoveu a formação de grandes impérios religiosos, de castiçais de ouro a imponentes templos, com dirigentes aparentemente inofensivos. Muitas imagens, medalhinhas e o próprio dízimo são utilizadas para fins de comércio religioso, fortalecidos por centenas de milhares de homens e uma escrita para amparar quaisquer verdade ou mentira através também dos símbolos e rituais em nome de Deus. Sendo a cruz o maior símbolo, uma arma para matar mas que não foi cristo a única pessoa a morrer nela. A. V.

Por Amauri Valim: O egoísmo de Cristo. “Persistam em fazer isso em memória de mim (Lucas. 22: 19)”. Foi o pedido de cristo antes de sua morte, durante as aparições em Jerusalém na quinta-feira da semana santa. Certa vez, Cristo amaldiçoou uma figueira, (Marcos 11: 13) ele tinha…
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Por Amauri Valim: O egoísmo de Cristo. “Persistam em fazer isso em memória de mim (Lucas. 22: 19)”. Foi o pedido de cristo antes de sua morte, durante as aparições em Jerusalém na quinta-feira da semana santa. Certa vez, Cristo amaldiçoou uma figueira, (Marcos 11: 13) ele tinha fome e ela não tinha figo, (os discípulos o admiraram). Isso talvez demostra certo egoísmo, egocentrismo de Cristo. Pratica-se a maldade, um péssimo exemplo para a humanidade, assim como a sua própria morte na permissão de Deus. Logo as maldades de Deus e de Cristo cabem perfeitamente como exemplo de tudo o que o homem vive. Percebe-se que naquele tempo Cristo não convenceu um povo como um todo a segui-lo. Desfaz-se a ideia da volta de Cristo porque o homem ainda continua tão mal quanto foi naquele tempo. Seguindo o exemplo de Deus, podem-se permitir atrocidades ao filho desde que seja para a salvação de um povo já condenado por ele, ou praguejar e condenar uma árvore de tronco frondoso de folhas largas a dar sombras se ela não der frutos quando se tem fome, (e isso é divino). Tudo isso é válido para a maior parte dos cristãos, mas é um tanto difícil entender como fica para os outros mais de 6 bilhões de habitantes do planeta que não são cristãos, ou os que não comemoram a páscoa. Por fim a religião a partir do cristianismo é culturalmente causadora da inspiração divina independente de verdade ou de mentira criada em torno de Cristo.

Via Crucis A cruz é o símbolo mais pesaroso, a maior representatividade da angústia e do sofrimento de Cristo, também serve de referência para o cristão na perspectiva de castigo e libertação. Jesus foi traído pelos bons costumes da moral por desejar uma nação seguidora dele, po…
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Via Crucis A cruz é o símbolo mais pesaroso, a maior representatividade da angústia e do sofrimento de Cristo, também serve de referência para o cristão na perspectiva de castigo e libertação. Jesus foi traído pelos bons costumes da moral por desejar uma nação seguidora dele, por ser o protagonista da paixão incondicional e do amor a Deus. Radicalizou na defesa de seu ideal e da ideia de supremacia em Deus. A igreja cristã adotou Jesus como um pacificador, utilizou-se da bondade e humanidade para amenizar todo o sofrimento e dar causas e esperança de vida eterna. A. V.

Há enorme capacidade no homem de associar uma catástrofe qualquer da natureza a um grande feito de maldade e castigo do criador, e também qualquer evento do cotidiano a um milagre cedido por ele. A fé é um parâmetro para atender essas necessidades e de consolo da alma. Muitos são…
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Há enorme capacidade no homem de associar uma catástrofe qualquer da natureza a um grande feito de maldade e castigo do criador, e também qualquer evento do cotidiano a um milagre cedido por ele. A fé é um parâmetro para atender essas necessidades e de consolo da alma. Muitos são convencidos de acreditar pelas escrituras bíblicas e por medos apocalípticos contidos nela que aterrorizam e assombram a consciência do fraco. O fato de as coisas estarem por escrito é persuasivo para pessoas que não estão acostumadas a fazer perguntas como: "Quem escreveu, e quando?"; "Como eles sabiam o que escrever?"; "Será que eles, naquela época, realmente queriam dizer o que nós, em nossa época, entendemos que eles estão dizendo?"; "Eram eles observadores imparciais, ou tinham uma agenda que influenciava seus escritos?". (DAWKINS, R. p. 104) Os evangelhos do cristianismo primitivo revelam a natureza de deus e os ensinamentos de cristo, uma forma criacionista, foi adaptada como novo testamento da bíblia, após a passagem de cristo para uma adequação a evolução da humanidade (um passo). Mesmo assim o cristão precisa da ira, julgo e castigo de Deus e de todas as circunstâncias em torno de Cristo e de todos os eventos do cotidiano para se valer dos evangelhos. As ações da natureza e eventos do cotidiano são utilizadas para justificar toda e qualquer maldade ou benignidade sempre em nome de um Deus. Dizia Pascal “Acreditar não é uma coisa que eu possa decidir, (...) Mas nada disso pode realmente me fazer acreditar se eu não acreditar”. (Dawkins R. p 116).

A santidade é uma proposição fútil, uma perspectiva fanática sobre verdades subjetivas que jamais terão legitimidade. Mas pela moralidade se define a criatura mística para os culto em cada um dos clãs, porém a vida é frequentemente ameaçada com os medos que em deus se gera por in…
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A santidade é uma proposição fútil, uma perspectiva fanática sobre verdades subjetivas que jamais terão legitimidade. Mas pela moralidade se define a criatura mística para os culto em cada um dos clãs, porém a vida é frequentemente ameaçada com os medos que em deus se gera por intermédio de suas crenças.

Se eu sentar sobre o túmulo de meu pai, na profundeza do meu sarcástico e irônico modo de ver as coisas pelo viés da aceitação comum, certamente olharei com desprezo os planos divinos que perfeitamente o homem criou para aceitação da morte. Meu pai não impôs nenhuma crença, prova…
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Se eu sentar sobre o túmulo de meu pai, na profundeza do meu sarcástico e irônico modo de ver as coisas pelo viés da aceitação comum, certamente olharei com desprezo os planos divinos que perfeitamente o homem criou para aceitação da morte. Meu pai não impôs nenhuma crença, provavelmente fui feliz pela liberdade de criação.

O Deus que pune o adulto é o mesmo da desproteção infantil, O deus da fé é o mesmo da heresia. O deus de quem paga o dízimo é o mesmo do cobrador.
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O Deus que pune o adulto é o mesmo da desproteção infantil, O deus da fé é o mesmo da heresia. O deus de quem paga o dízimo é o mesmo do cobrador. O deus da avareza vaticana é o mesmo da fome, O deus do candelabro de ouro é o mesmo do martelo de aço. Ironicamente, Deus não pune ninguém e nunca haverá punição, mas é preciso conviver com esse medo, necessário para os limites e ações humanas, assim também não protege a criança, mas é necessário atribuir graças a sua causa. Logo se entende que se deus não age, o homem por seu livre arbítrio pratica a libertinagem.