Parado, relaxado, Em frente ao ponto da rua Inácio, Um moço me interrogou
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Parado, relaxado, Em frente ao ponto da rua Inácio, Um moço me interrogou De forma estranha, "Como você descobriu que ficou velho?", Disse acendendo o cigarro. Encarando-o e analisando-o, Decidi falar como se tivesse Me refugiado numa montanha, Passei a encarar a vida com mais apreço, Cada detalhe de fato importava. Passei a dar ao grão da areia da praia, Mais importância, E as nuvens do céu, Todas as tardes eu observava. De fato, fiquei velho. Mas já fui um rato. "Rato?" perguntou o moço, Já com outro maço. Já fui rato de frente para uma tela, A fim de um futuro utópico Que não viverei. "Acho que também sou um rato".