"Deus fez os homens fortes e poderosos para serem o amparo dos fracos. O forte que oprime o fraco é maldito de Deus. Muitas vezes recebe o seu castigo nesta vida, sem prejuízo dos reservados ao futuro." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
Frases de Allan Kardec
241 frases
"Ore cada um segundo suas convicções e do modo que julgue mais conveniente, porquanto a forma nada vale e o pensamento é tudo. A sinceridade e a pureza de intenção, eis o essencial. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras, que se assemelham ao ruído de um moi…
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"Ore cada um segundo suas convicções e do modo que julgue mais conveniente, porquanto a forma nada vale e o pensamento é tudo. A sinceridade e a pureza de intenção, eis o essencial. Um bom pensamento vale mais do que grande número de palavras, que se assemelham ao ruído de um moinho, mas onde o coração em nada toma parte." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Ainda que certos fenômenos possam ser provocados, eles, pelo fato de provirem de inteligências livres, não se acham absolutamente à disposição de quem quer que seja; e quem se disser capaz de obtê-los, sempre que queira, só provará ignorância ou má-fé. É preciso esperá-los, apan…
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"Ainda que certos fenômenos possam ser provocados, eles, pelo fato de provirem de inteligências livres, não se acham absolutamente à disposição de quem quer que seja; e quem se disser capaz de obtê-los, sempre que queira, só provará ignorância ou má-fé. É preciso esperá-los, apanhá-los em sua passagem, e, muitas vezes, é quando são menos esperados que se apresentam os fatos mais interessantes e concludentes. Aquele que seriamente deseja instruir-se deve, nisto como em tudo, ter paciência e perseverança, e colocar-se nas condições indispensáveis; doutra forma, é melhor não se preocupar com isso" Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"O Espiritismo tem por fim demonstrar e estudar a manifestação dos Espíritos, suas faculdades, sua situação feliz ou infeliz, seu futuro; em suma, o conhecimento do mundo espiritual. Essas manifestações, sendo averiguadas, conduzem à prova irrecusável da existência da alma, de s…
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"O Espiritismo tem por fim demonstrar e estudar a manifestação dos Espíritos, suas faculdades, sua situação feliz ou infeliz, seu futuro; em suma, o conhecimento do mundo espiritual. Essas manifestações, sendo averiguadas, conduzem à prova irrecusável da existência da alma, de sua sobrevivência ao corpo, de sua individualidade depois da morte, isto é, de sua vida futura; por isso ele é a negação das doutrinas materialistas, não tanto por meio de raciocínios, mas principalmente por fatos." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"É com o auxílio de seu perispírito que o Espírito agia sobre o seu corpo vivo; e é ainda com esse mesmo fluido que ele se manifesta, agindo sobre a matéria inerte, produzindo ruídos, movimentos das mesas e de outros objetos, que levanta, derruba ou transporta. Esse fenômeno nada…
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"É com o auxílio de seu perispírito que o Espírito agia sobre o seu corpo vivo; e é ainda com esse mesmo fluido que ele se manifesta, agindo sobre a matéria inerte, produzindo ruídos, movimentos das mesas e de outros objetos, que levanta, derruba ou transporta. Esse fenômeno nada tem de surpreendente se considerarmos que, entre nós, os mais potentes motores se acham nos fluidos mais rarefeitos e, mesmo, imponderáveis, como o ar, o vapor e a eletricidade. É igualmente com o auxílio de seu perispírito que o Espírito faz que os médiuns escrevam, falem ou desenhem. Não tendo corpo tangível para agir ostensivamente quando quer manifestar-se, serve-se do corpo do médium, de cujos órgãos se apodera, fazendo-os agir como se fosse seu próprio corpo, e isto pelo eflúvio fluídico, que sobre ele derrama." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Quem não conhece o Espiritismo, supõe que se podem produzir fenômenos espíritas, como se faz uma experiência de Física ou de Química. Daí a pretensão de sujeitá-los à sua vontade e a recusa de se colocar nas condições necessárias para os poder observar. Não admitindo, como prin…
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"Quem não conhece o Espiritismo, supõe que se podem produzir fenômenos espíritas, como se faz uma experiência de Física ou de Química. Daí a pretensão de sujeitá-los à sua vontade e a recusa de se colocar nas condições necessárias para os poder observar. Não admitindo, como princípio, a existência e a intervenção dos Espíritos, ou, pelo menos, não conhecendo nem a sua natureza, nem o seu modo de ação, esses indivíduos se comportam como se operassem sobre a matéria bruta; e, desde que não obtêm o que pedem, concluem que não há Espíritos. Colocando-se em um ponto de vista diferente, compreender-se-á que, não sendo os Espíritos mais que almas dos homens, todos nós, depois da morte, seremos Espíritos, e que, nestas condições, também estaríamos pouco dispostos a servir de joguete, para satisfação das fantasias dos curiosos." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"De forma geral, os incrédulos tendem a suspeitar da boa-fé dos médiuns e do emprego de meios fraudulentos. Além do fato de tal suposição ser injuriosa em relação a certas pessoas, há de se perguntar, antes de tudo, que interesse elas poderiam ter em enganar, em brincar ou em rep…
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"De forma geral, os incrédulos tendem a suspeitar da boa-fé dos médiuns e do emprego de meios fraudulentos. Além do fato de tal suposição ser injuriosa em relação a certas pessoas, há de se perguntar, antes de tudo, que interesse elas poderiam ter em enganar, em brincar ou em representar uma comédia. A melhor garantia de sinceridade está no desinteresse absoluto, porque onde nada se tem a ganhar o charlatanismo perde sua razão de ser. Cada um pode constatar a realidade dos fenômenos, desde que se coloque em condições favoráveis e, à observação dos fatos, se arme da perseverança e da imparcialidade necessárias." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"A frivolidade das reuniões tem por resultado atrair os Espíritos levianos, que apenas buscam ocasião para enganar e mistificar. Assim como os homens sérios não comparecem às assembléias levianas, os Espíritos sérios só vão às reuniões sérias, cujo objetivo é a instrução e não a…
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"A frivolidade das reuniões tem por resultado atrair os Espíritos levianos, que apenas buscam ocasião para enganar e mistificar. Assim como os homens sérios não comparecem às assembléias levianas, os Espíritos sérios só vão às reuniões sérias, cujo objetivo é a instrução e não a curiosidade. É nas reuniões desse gênero que os Espíritos Superiores se comprazem em dar seus ensinos." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"Quando a alma está unida ao corpo, durante a vida, ela tem duplo invólucro: um pesado, grosseiro e destrutível — o corpo; o outro fluídico, leve e indestrutível, chamado 'perispírito'." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [t…
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"Quando a alma está unida ao corpo, durante a vida, ela tem duplo invólucro: um pesado, grosseiro e destrutível — o corpo; o outro fluídico, leve e indestrutível, chamado 'perispírito'." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"É inútil alegar-se a utilidade de certas experiências curiosas, frívolas e divertidas, para convencer os incrédulos, pois o resultado que se obtém é completamente oposto. O incrédulo, naturalmente levado a zombar das crenças mais sagradas, não pode ver uma coisa séria naquilo de…
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"É inútil alegar-se a utilidade de certas experiências curiosas, frívolas e divertidas, para convencer os incrédulos, pois o resultado que se obtém é completamente oposto. O incrédulo, naturalmente levado a zombar das crenças mais sagradas, não pode ver uma coisa séria naquilo de que se faz uma brincadeira; não pode inclinar-se a respeitar o que lhe é apresentado de maneira desrespeitosa. É por isso que as reuniões fúteis e levianas, aquelas em que não há ordem, nem gravidade, nem recolhimento, causam-lhe sempre má impressão. O que o pode convencer, sobretudo, é a prova da presença de seres cuja memória lhe é cara. É diante de suas palavras graves e solenes, de suas revelações íntimas que o vemos comover-se e empalidecer. Mas, assim como tem mais respeito, veneração e afeto pelo ser cuja alma lhe é apresentada, fica chocado, escandalizado por vê-la comparecer a uma assembléia irreverente, no meio de mesas que dançam e dos gracejos de Espíritos levianos. Por mais incrédulo que seja, sua consciência repele essa aliança entre o sério e o frívolo, entre o religioso e o profano, razão por que tacha tudo isto de artimanha, saindo da reunião menos convencido do que se achava ao entrar. As reuniões dessa natureza fazem sempre mais mal do que bem, pois afastam da Doutrina mais pessoas do que a ela conduzem, sem contar que se prestam à crítica dos detratores, que nelas encontram fundadas razões para a zombaria." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"As reuniões frívolas têm o grave inconveniente de dar aos noviços, que a elas assistem, uma ideia falsa do caráter do Espiritismo. Os que só têm frequentado reuniões dessa espécie, não podem tomar a sério uma coisa que eles veem tratada irrefletidamente pelos próprios que se diz…
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"As reuniões frívolas têm o grave inconveniente de dar aos noviços, que a elas assistem, uma ideia falsa do caráter do Espiritismo. Os que só têm frequentado reuniões dessa espécie, não podem tomar a sério uma coisa que eles veem tratada irrefletidamente pelos próprios que se dizem adeptos. Um estudo antecipado lhes ensinará a julgar do alcance do que veem, a separar o bom do mau. O mesmo raciocínio se aplica aos que julgarem o Espiritismo pelo que dizem certas obras excêntricas que dele apenas dão uma ideia incompleta e ridícula. O Espiritismo sério não pode responder por aqueles que o compreendem mal, ou que o praticam de modo contrário aos seus preceitos; assim como não o faz a poesia por aqueles que produzem maus versos. É deplorável, dizem, que existam tais obras prejudicando a verdadeira ciência. Sem dúvida, seria preferível que só as houvesse boas; o maior mal, porém, consiste em não se darem ao trabalho de estudá-las todas. Todas as artes, todas as ciências, além disso, estão no mesmo caso. Não vemos, sobre as mais sérias coisas, aparecerem tratados absurdos e cheios de erros? Por que seria privilegiado, nesse sentido, o Espiritismo, sobretudo em seu começo? Se os que o criticam não tomassem as aparências por base do seu juízo, saberiam o que ele admite e o que rejeita, e não lhe lançariam em conta o que ele repele em nome da razão e da experiência." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Para ser proveitosa, a primeira condição de toda reunião espírita é a seriedade e o recolhimento; que tudo aí se deve passar respeitosamente, religiosamente e com dignidade, caso se queira obter o concurso habitual dos bons Espíritos. Não se deve esquecer que se esses Espíritos…
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"Para ser proveitosa, a primeira condição de toda reunião espírita é a seriedade e o recolhimento; que tudo aí se deve passar respeitosamente, religiosamente e com dignidade, caso se queira obter o concurso habitual dos bons Espíritos. Não se deve esquecer que se esses Espíritos aí se tivessem apresentado em vida, por eles teríamos dispensado considerações a que fazem jus ainda mais depois da morte do corpo físico." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"Uma ideia quase geral, entre os que não conhecem o Espiritismo, é a de crer que os Espíritos, pelo simples fato de estarem desprendidos da matéria, devem saber tudo, estar de posse da sabedoria suprema. É um grave erro. Não sendo mais que as almas dos homens, os Espíritos não a…
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"Uma ideia quase geral, entre os que não conhecem o Espiritismo, é a de crer que os Espíritos, pelo simples fato de estarem desprendidos da matéria, devem saber tudo, estar de posse da sabedoria suprema. É um grave erro. Não sendo mais que as almas dos homens, os Espíritos não adquirem a perfeição logo que deixam o envoltório terrenal. Seu progresso só se faz com o tempo, e não é senão paulatinamente que se despojam das suas imperfeições, que conquistam os conhecimentos que lhes faltam. Seria tão ilógico admitir-se que o Espírito de um selvagem ou de um criminoso se torne de repente sábio e virtuoso, como seria contrário à Justiça de Deus supor que ele continue perpetuamente em inferioridade. Como há homens de todos os graus de saber e ignorância, de bondade e malvadez, dá-se o mesmo com os Espíritos. Alguns destes são apenas frívolos e travessos; outros são mentirosos, fraudulentos, hipócritas, maus e vingativos; outros, pelo contrário, possuem as mais sublimes virtudes e o saber em grau desconhecido na Terra. Essa diversidade nas qualidades dos Espíritos é um dos pontos mais importantes a considerar, por explicar a natureza boa ou má das comunicações que se recebem; é em distingui-las que devemos empregar todo o nosso cuidado." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Desde que se admita a sobrevivência da alma ou do Espírito, é racional que as suas afeições continuem; sem o que, as almas dos nossos parentes e amigos seriam, pela morte, totalmente perdidas para nós. Pois que os Espíritos podem ir a toda parte, é igualmente racional admitir-s…
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"Desde que se admita a sobrevivência da alma ou do Espírito, é racional que as suas afeições continuem; sem o que, as almas dos nossos parentes e amigos seriam, pela morte, totalmente perdidas para nós. Pois que os Espíritos podem ir a toda parte, é igualmente racional admitir-se que aqueles que nos amaram, durante a vida terrena, ainda nos amem depois da morte, que venham para junto de nós e se sirvam, para isso, dos meios que encontrem à sua disposição; é o que confirma a experiência. A experiência, de fato, prova que os Espíritos conservam as afeições sérias que tinham na Terra, que folgam em se juntarem àqueles a que amaram, sobretudo quando são por estes atraídos pelos sentimentos afetuosos que lhes dedicam; ao passo que se mostram indiferentes para com quem só lhes vota indiferença." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Nem sempre as reuniões que têm por objeto tratar de manifestações espíritas se acham em boas condições, seja para obter resultados satisfatórios, seja para produzir a convicção; de algumas mesmo, não podemos deixar de convir, os incrédulos saem menos convencidos do que o eram qu…
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"Nem sempre as reuniões que têm por objeto tratar de manifestações espíritas se acham em boas condições, seja para obter resultados satisfatórios, seja para produzir a convicção; de algumas mesmo, não podemos deixar de convir, os incrédulos saem menos convencidos do que o eram quando entraram, lançando em rosto, aos que lhes falam do caráter sério do Espiritismo, as coisas, muitas vezes ridículas, de que foram testemunhas. Nisso não são eles mais lógicos que aqueles que pretendessem julgar de uma arte pelas primeiras provas de um aprendiz, de uma pessoa pela sua caricatura, ou de uma tragédia pela paródia. O Espiritismo também tem aprendizes; e quem quer esclarecer-se não deve colher ensinos de uma só fonte, porque só pelo exame e pela comparação se pode firmar um juízo." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Há, pois, no homem três elementos essenciais: 1º A 'alma' ou 'Espírito', princípio inteligente em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral; 2º O 'corpo', invólucro material que põe o Espírito em relação com o mundo exterior;
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"Há, pois, no homem três elementos essenciais: 1º A 'alma' ou 'Espírito', princípio inteligente em que residem o pensamento, a vontade e o senso moral; 2º O 'corpo', invólucro material que põe o Espírito em relação com o mundo exterior; 3º O 'perispírito', invólucro fluídico, leve, imponderável, servindo de laço e de intermediário entre o Espírito e o corpo." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Fora da caridade não há salvação." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Quem quer que nutra contra o seu próximo, sentimentos de animosidade, de ódio, de ciúme e de rancor, falta à caridade; mente, se se diz cristão, e ofende a Deus." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"É um erro crer-se que basta a certos incrédulos o testemunho de fenômenos extraordinários, para que se tornem convictos. Quem não admite no homem a existência da alma ou Espírito, também não a aceita fora dele; e, portanto, negando a causa, nega implicitamente os efeitos. Os con…
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"É um erro crer-se que basta a certos incrédulos o testemunho de fenômenos extraordinários, para que se tornem convictos. Quem não admite no homem a existência da alma ou Espírito, também não a aceita fora dele; e, portanto, negando a causa, nega implicitamente os efeitos. Os contraditores se apresentam, quase sempre, com uma ideia preconcebida que os desvia de uma observação séria e imparcial, e levantam questões e objeções a que é impossível responder-se logo, de modo completo, porque seria preciso fazer-se, para cada um, uma espécie de curso, retomando as coisas desde o princípio. O estudo prévio tem como resultado evitar-se essas objeções que, na maioria, se originam da ignorância das causas dos fenômenos e das condições em que estes se produzem." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O que é o Espiritismo / por Allan Kardec. [tradução da Redação de Reformador em 1884] – 56. ed. 1. imp. – Brasília: FEB, 2013.)
"Em virtude da diversidade nas qualidades e aptidões dos Espíritos, não basta dirigir-se a um Espírito qualquer para obter-se uma resposta justa a todas as perguntas, porque, sobre muitas coisas, ele só pode dar a sua opinião pessoal, que pode ser verdadeira ou falsa. Se for sens…
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"Em virtude da diversidade nas qualidades e aptidões dos Espíritos, não basta dirigir-se a um Espírito qualquer para obter-se uma resposta justa a todas as perguntas, porque, sobre muitas coisas, ele só pode dar a sua opinião pessoal, que pode ser verdadeira ou falsa. Se for sensato, confessará sua ignorância sobre o que não sabe; se leviano ou mentiroso, responderá a tudo, sem se preocupar com a verdade; se orgulhoso, dará sua opinião como verdade absoluta. Haverá, pois, imprudência e leviandade em aceitar sem controle tudo quanto vier dos Espíritos. Daí por que é essencial conhecermos a natureza daqueles com os quais tratamos. ( O Livro dos Médiuns, nº 267.)" Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"Seria fazer idéia muito falsa dos Espíritos, quem neles vissem auxiliares dos adivinhos. Os Espíritos sérios não se ocupam com coisas fúteis; os levianos e zombeteiros se ocupam de tudo, a tudo respondem e predizem tudo quanto se queira, sem se inquietarem com a verdade; para el…
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"Seria fazer idéia muito falsa dos Espíritos, quem neles vissem auxiliares dos adivinhos. Os Espíritos sérios não se ocupam com coisas fúteis; os levianos e zombeteiros se ocupam de tudo, a tudo respondem e predizem tudo quanto se queira, sem se inquietarem com a verdade; para eles é um prazer mistificar as pessoas demasiado crédulas. É essencial que estejamos perfeitamente esclarecidos quanto à natureza das perguntas que podemos fazer aos Espíritos." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"O médium não possui senão a faculdade de comunicar, mas a comunicação efetiva depende da vontade dos Espíritos. Se os Espíritos não quiserem manifestar-se, o médium nada obtém; é como um instrumento sem músico." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em s…
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"O médium não possui senão a faculdade de comunicar, mas a comunicação efetiva depende da vontade dos Espíritos. Se os Espíritos não quiserem manifestar-se, o médium nada obtém; é como um instrumento sem músico." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail) (O espiritismo em sua expressão mais simples e outros opúsculos de Kardec / por Allan Kardec; [tradução de Evandro Noleto Bezerra]. - Brasília: FEB.)
"O verdadeiro espírita não é o que crê nas manifestações, mas aquele que aproveita do ensino dado pelos Espíritos. De nada adianta acreditar, se a crença não o levar a dar um passo à frente no caminho do progresso e não o tornar melhor para com o seu próximo." Allan Kardec (Hipp…
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"O verdadeiro espírita não é o que crê nas manifestações, mas aquele que aproveita do ensino dado pelos Espíritos. De nada adianta acreditar, se a crença não o levar a dar um passo à frente no caminho do progresso e não o tornar melhor para com o seu próximo." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)
"Sendo soberanamente justo e bom, Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por faltas temporárias; a todos sempre oferece os meios de progredirem e repararem o mal que fizeram. Deus perdoa, mas exige o arrependimento, a reparação e o retorno ao bem, de sorte que a dur…
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"Sendo soberanamente justo e bom, Deus não condena suas criaturas a castigos perpétuos por faltas temporárias; a todos sempre oferece os meios de progredirem e repararem o mal que fizeram. Deus perdoa, mas exige o arrependimento, a reparação e o retorno ao bem, de sorte que a duração do castigo é proporcionada à persistência do Espírito no mal. Por conseguinte, o castigo só seria eterno para aquele que eternamente permanecesse no mau caminho; desde, porém, que um lampejo de arrependimento penetre o coração do culpado, Deus estende sobre ele a sua misericórdia. A eternidade das penas deve, pois, entender-se num sentido relativo e não em sentido absoluto." Allan Kardec (Hippolyte Léon Denizard Rivail)