A ansiedade é o mau atual que coroe o ser, desde o pé
O corpo não avisa, apenas decompõe-se.
E da mente seca as veias
E não rega a sensatez
Perturba.
Te perturba, me perturba, e a nós derruba
Por que temos de ser assim?
Ansiedade sem fim...
Assustador e desavisado pingo gelado
Resto de chuva caído de calha qualquer
Das armadilhas da vida, quase a maior
Quaisquer outras que sejam
-Nem arregalar os olhos
-Nem franzir a testa.
Entre desejos rugidos
E suspiros por todos os lados
Ninguém entendendo...
Cordialidade por onde ver
E ninguém!
Ainda ninguém entendendo...
Um porre de sereno
E nada de entendimento...
Ainda bem!
Se não
Coitado desse sereno.
O pouco que escrevo
Do pouco que aprendi
Com o pouco que li
Do pouco que você escreveu
Com o pouco que aprendeu
De tão pouco que alguém ensinou
É tão pouco
Em tão pouco tempo
Tão pouca sabedoria
Tão poucas coisas
Mas tão bem vividas
Que tão pouco que escrevo
Dá uma boa resumida.
Como pode alguém dizer que
Em paixão não mais acredita
Até mesmo a morte
Absonante à vida
Ao encontrá-la
Foi pega desprevenida
E apaixonou-se
Há levou para um passeio
Ao coma mais profundo
E a trouxe de volta.
A educação é uma pipa que colore o céu
Quanto mais linha você dá
Mais alto vai
Mais pessoas enchergam
Mais pessoas te trazem carretel
Mais longe sua pipa vai.
Quando virás de volta por aqui?
Nuvem de vapores claros
Outrora nem se quer sumia
Outrora de águas turvas
Vai-te então com força bruta
Vai pra crer que o vento
Não te quis levar
Mais do que eu quis
E trazer-te para bem perto de mim.