No universo digital, não há “desinteligência humana” mais medonha que recorrer à 'inteligência artificial' para confundir os que se acham inteligentes.
Frases de Alessandro Teodoro
678 frases
A única decisão que se toma na turbulência, sem correr riscos de arrependimento depois dela, é se manter agarrado ao Maior do que ela.
Os que não têm dinheiro podem quase tudo que os que têm não podem…
O diabo é um gênio: sequestrou mentes a pretexto das liberdades, agora finge libertá-las para se safar do cativeiro.
No mundinho onde tudo se polariza, só há pódio para duas imprensas: as que confirmam nossos vieses e as que assumem a parcialidade.
Que as ações de julho nos tornem merecedores das Graças do agosto de Deus!
Talvez o destino mais distante que a Oração Sem Ação alcance seja os ouvidos dos tolos que a fazem.
Talvez a gentileza que tanto incomoda — quando vem dos homens — seja o pé na bunda da nojenta grosseria “masculina” que se vê por aí.
Hoje, temo menos o fim da vida do que o teatro da despedida — velórios encenados, a turma da moral encenada e as gargalhadas condenadas.
Dia dos Pais! Perguntas? Muito mais que respostas!?!
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Dia dos Pais! Perguntas? Muito mais que respostas!?! E definitivamente, não dá para fugir das responsabilidades cobradas pela paternidade. Embora, infeliz e descaradamente, muitos o fazem! Sem modéstia e sem medo, me atrevo a dizer que a criança que eu era — e que, graças a Deus, ainda vive em mim — gostaria de ter o pai que sempre tentei ser. Mas tem uma pergunta que deve ser para os que oportunizam a Graça da paternidade — os Filhos. O Pai de vocês tem ajudado ou dificultado às pessoas que vocês estão se tornando?
A perda da capacidade de questionar algo — especialmente Lideranças Religiosas — pode nos precipitar nos infortúnios da linha tênue entre a Fé Genuína e a Fanatização.
Quando conseguimos mudar em nós, o que queríamos mudar no outro — percebemos que fizemos a única mudança que nos cabia.
Vindo dos mesmos que trouxeram a sabedoria fast food: “a economia a gente vê depois” — só nos resta retribuir-lhes com o que eles fazem com a nação: fingir preocupação.
Muito em breve, a língua portuguesa nos perdoará o descuido com a escrita, só para nos poupar de sermos confundidos com os Chatbots.
“Talvez” um povo, em sua maioria especialista em quase tudo, só caiu nas Armadilhas da Polarização por puro capricho.
Ontem éramos, em maioria, meras plateias sob as lonas invisíveis do Circo de Horrores brasileiro, hoje, quase todos divididos — os riscos são outros, habitar o manicômio que a polarização insiste em construir para o amanhã.
Talvez um dia o morango perca sua essência, vendido como unidade de luxo, embrulhado em papel de bala — símbolo perfeito de um futuro onde a natureza se rende ao fetiche da embalagem.
Felizes os que começam o dia dispostos a aprender a perdoar os outros! Estes, até o fim do dia, são alcançados pela Graça de Aprenderem a se Perdoar.
Às vezes, para alcançar a Graça de aprendermos a nos perdoar — e nos libertarmos das Amarras Invisíveis — é preciso aprender a Perdoar os Outros.
Se continuarmos alimentando os excessos de marketing do “morango do amor”, muito em breve, teremos que nos contentar com o produto de luxo embrulhado em papel de bala.
Num mundo onde quase tudo se polariza — Discurso de Ódio se confunde com Liberdade de Expressão, Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e a Cegueira com a Sensibilidade, é melhor ficar com Nostradamus… Nostradamus sempre disse, e continua dizendo, e eu não quero d…
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Num mundo onde quase tudo se polariza — Discurso de Ódio se confunde com Liberdade de Expressão, Arrogância com Bravura, Confusos com Multifacetados e a Cegueira com a Sensibilidade, é melhor ficar com Nostradamus… Nostradamus sempre disse, e continua dizendo, e eu não quero dizer o que Nostradamus disse, para não dizerem que sou injusto.
Quase impossível saber quem mais precisa de ajuda: se os que clamam por chuva para chorar escondido ou os que só se emocionam diante das câmeras.
Ninguém consegue ser tão pequeno quanto aqueles que precisam diminuir os outros para se sentirem grandes.
O Abismo da Polarização é tão medonho que os que nele se precipitam dificilmente voltam — aprendem a odiar o caminho de volta.