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Frases de Aleff Ribeiro

43 frases

A saudade é o câncer do coração apaixonado. Quando se sente alguma dor, é sinal de que já está num estado avançado.
Muitos se perguntam sobre esse mundo, porque é tão incompreensível, tão complexo, tão distante da nossa realidade? O que é realidade afinal? É um amontoado de tradições, paradigmas e ditos que viemos ouvindo e vendo,? Precisa-se despreender-se dessas coisas, para entender realmen…
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Muitos se perguntam sobre esse mundo, porque é tão incompreensível, tão complexo, tão distante da nossa realidade? O que é realidade afinal? É um amontoado de tradições, paradigmas e ditos que viemos ouvindo e vendo,? Precisa-se despreender-se dessas coisas, para entender realmente o que é realidade.

Quando se procura a explicação para algo e não se acha, ou não se procurou direito, ou a explicação é justamente o inexplicável, o incompreensível. O amor é inexplicável, pois é um sentimento, foi feito para ser sentido e não explicado. Aqueles que querem explicar o amor o fazem…
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Quando se procura a explicação para algo e não se acha, ou não se procurou direito, ou a explicação é justamente o inexplicável, o incompreensível. O amor é inexplicável, pois é um sentimento, foi feito para ser sentido e não explicado. Aqueles que querem explicar o amor o fazem porque não amam, não verdadeiramente, pois se amassem, se contentariam apenas em sentir, como se sente uma brisa ao fim da tarde num dia quente. Não se preocupa em saber a origem da brisa ou porque ela é isso ou aquilo, apenas fecha-se os olhos, abre-se os braços e sente. E sente.

ele amava caminhar vagarosamente num dia claro e fresco, com a cabeça livre de qualquer preocupação, preenchendo a mente somente com a imagem, as lembranças dela, e com isso, tudo parecia lembra-la. observando o farfalhar das folhas nas arvores provocado pelo vento suave que pass…
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ele amava caminhar vagarosamente num dia claro e fresco, com a cabeça livre de qualquer preocupação, preenchendo a mente somente com a imagem, as lembranças dela, e com isso, tudo parecia lembra-la. observando o farfalhar das folhas nas arvores provocado pelo vento suave que passava por seu rosto, podia sentir a mão dela acariciando-o e o som do vento aos seus ouvidos soava como aquela doce voz dizendo bem baixinho: eu te amo. Um sorriso se abria em seu rosto e o coração batia um pouco mais forte. Olhava um lindo gramado, com arvores fazendo sombra,enganando o calor que fazia, pensava como seria maravilhoso deitar com ela sobre a grama, ficar conversando sobre coisas sem sentido,olhando para o céu e dando formas às nuvens, apreciando o canto dos passaros e ficar em silêncio. Ele amava o silêncio ao lado dela, pois podiam se comunicar apenas sentindo a presença um do outro. Ela finalmente o olhava, como se quisesse alguma coisa, aqueles olhos castanhos o encantava. Ele sabia o que era, e lentamente aproximava seu lábio do dela e a beijava, suave, carinhosa, porém ardente e apaixonadamente. Depois de alguns minutos ela apoiava a cabeça em seu braço e fechava os olhos. Ele amava isso. Era confortante,pois sabia que ela fazia porque se sentia confortável, e dormia pensando nele. E realmente era verdade, ela o tinha como porto seguro, onde podia esvaziar a mente, e encher novamente com ele, somente com ele. Isso fazia os dois sentirem parte um do outro, haviam esquecido o significado de singular, agora só existia o plural, um plural que compreendia dois. Apenas eles dois.

O ser humano tem uma queda aos paradoxos, às antíteses, às nostalgias e a tudo o que é surreal, mesmo sabendo que não é possível. O prazer de sonhar, de almejar algo inalcançável, move o ser humano, que mesmo sabendo que esses sonhos são utópicos, insiste em mantê-los como horiz…
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O ser humano tem uma queda aos paradoxos, às antíteses, às nostalgias e a tudo o que é surreal, mesmo sabendo que não é possível. O prazer de sonhar, de almejar algo inalcançável, move o ser humano, que mesmo sabendo que esses sonhos são utópicos, insiste em mantê-los como horizonte.

Existem pessoas que têm seu eu tão grande que não cabem outras em seu coração. Exitem outras que não merecem as coisas ou outras pessoas, pois não dão valor, ou simplesmente não sabem lidar com elas. Também há aquelas que vivem em conflito consigo mesmas, e não permitem que nin…
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Existem pessoas que têm seu eu tão grande que não cabem outras em seu coração. Exitem outras que não merecem as coisas ou outras pessoas, pois não dão valor, ou simplesmente não sabem lidar com elas. Também há aquelas que vivem em conflito consigo mesmas, e não permitem que ninguém as ajude, não abrindo espaço e sofrendo em silêncio.

Algumas pessoas gostam da solidão, de esgotos, de prostíbulos, de bares nojentos; apenas porque se identificam com toda essa podridão e acham injusto e deslocado um pedaço podre de ser humano no meio de tanta beleza, perfeição e simplicidade. Isso é falta de amor próprio, um ref…
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Algumas pessoas gostam da solidão, de esgotos, de prostíbulos, de bares nojentos; apenas porque se identificam com toda essa podridão e acham injusto e deslocado um pedaço podre de ser humano no meio de tanta beleza, perfeição e simplicidade. Isso é falta de amor próprio, um refúgio para as fraquezas e os medos (essa aceitação) ou uma afirmação prepotente? Aí que entra o ponto de vista. A humanidade é profunda porque consegue pensar sobre todas essas coisas ao ponto de se considerar podre. Paradoxo? A vida é um paradoxo.

Está chovendo. Leio um livro na sacada, de onde posso sentir gotículas de água que são carregadas pelo vento. O livro é apenas uma janela para os meus pensamentos fugirem da minha cabeça, na verdade, não fogem, ficam girando,girando e girando. olho para os prédios, vejo pessoas…
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Está chovendo. Leio um livro na sacada, de onde posso sentir gotículas de água que são carregadas pelo vento. O livro é apenas uma janela para os meus pensamentos fugirem da minha cabeça, na verdade, não fogem, ficam girando,girando e girando. olho para os prédios, vejo pessoas mostrando seus rostos pelas janelas. O que será que estão olhando? será que gostam apenas de contemplar a chuva? Duvido. Vão para pensar em coisas da vida, para fugir de uma discussão, para descarregar suas emoções, fazendo as lagrimas se misturarem com a chuva. Avisto num apartamento não muito alto uma criança brincando na varanda, deve ter uns 7,8 anos. Mas essa criança é especial, não tem cabelos, provavelmente devido à quimioterapia que crianças com câncer tem que fazer. É uma garotinha. Brinca com sua boneca, que é quase de seu tamanho. Acaricia os cabelos de sua amiga inanimada com as mãos. Um olhar triste, e uma lágrima escorre dos pequenos olhos azuis da pobre menina. Ela abraça a boneca, como se esta fosse consolá-la. E de fato consola, pois fica lá, inerte, apenas presenciando o sofrimento da pequena, em silêncio. E é isso o que a conforta, o silêncio. Mergulho ainda mais em meus pensamentos, chegando à conclusão que para algumas pessoas, o silêncio é o melhor ouvinte. E eu sou uma pessoa dessas. O silêncio nos permite mergulhar em nós mesmos e ver o que há de errado, sendo possível até encontrarmos alguma solução. Quando não, temos a liberdade de chorar, de gritar, de sofrer, de sofrer em silêncio. olho novamente para a menina com sua boneca, e vejo que está sorrindo, conversando animadamente com a boneca, que está sem os cabelos agora.