Paulo diz em II Coríntios 4.7: Temos, porém, este tesouro em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus e não de nós. Algo muito sério que nós aprendemos é que, no Reino de Deus somos apenas vasos de barro que devem servir no Reino para a glória do Pai, do Filho e do Espírito Santo! Ao barro não tem opção a não ser se render à vontade soberana do oleiro. Se não reconhecermos a nossa fragilidade e nos quebrarmos na presença do Senhor, passamos a buscar uma glória tão somente humana e jamais a divina. O vaso de barro tem como tesouro Cristo. Então quem aparece é ele. E um vaso trabalhado por ele visa outra glória, a de Deus. Esse é o verdadeiro sentido no Reino de Deus, vasos usados para a glória do Deus Eterno sempre!
A nova vida em Deus nos faz sentir o cuidado paternal do Eterno Deus que nos ama e nos acolhe em seus braços. Somente ele pode curar as feridas e marcas recebidas na infância. Sei perfeitamente que isso não é algo fácil, mas a confiança nesse Deus de amor e de graça nos traz redenção de todas as marcas que sofremos no passado e em Deus Pai temos a graça do resgate no mais profundo do nosso ser!
Vivemos momentos de inúmeras formas na caminhada da vida. Em cada um deles, percebo que viver é uma permanente reconstrução de nós mesmos. Todos os dias erramos e acertamos, nos entristecemos e nos alegramos, sorrimos e choramos. Celebramos as vitórias e lamentamos as derrotas. E assim caminhamos todos os dias! Creio que para não morrermos soterrados na poeira das durezas e estranhezas da vida, precisamos entender que Deus está nos nos moldando. Ele nos ensina em cada processo desses momentos de caminhada diária.
Para ouvir Deus, precisamos banhar a nossa alma com o silêncio. Não é por acaso que o texto de Deuteronômio 27:9 nos diz: Guarda silêncio e ouve, ó Israel! Hoje vieste a ser povo do Senhor teu Deus. Silêncio e quietude são os elementos para o descanso do nosso coração na presença do Eterno Deus. A dica é: Guarda silêncio e ouve. Aprendamos a cultivar o silêncio lá dentro do nosso ser para que ouçamos a voz doce do Eterno Deus
Nossa tarefa como pais é a de ajudar nossos filhos a encontrar a própria voz deles. Não podemos viver nossos sonhos nos filhos. Alguns não conseguem ser ou realizar determinados sonhos e transferem isso para os filhos. Nosso propósito é ajudar nossos filhos a descobrirem seus talentos dados por Deus e não querer imprimir o que achamos que deve ser a prática de vida deles. Nosso papel é conduzi-los para mais perto da graça de Deus.
A oração do Pai nosso nos ensina o jeito certo de viver: Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu! Esse é o jeito precioso de vencer essa trindade do ser adâmico, buscando a direção do Pai, pedindo sua direção para a jornada aqui na terra! Porque ele sabe aquilo que é melhor para nós! Vontade soberana, vontade divina para o nosso coração! Que oremos assim sempre: Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu.
A oração do Pai nosso nos ensina o jeito certo de viver: Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu! Esse é o jeito precioso de vencer essa trindade do ser adâmico, buscando a direção do Pai, pedindo sua direção para a jornada aqui na terra! Porque ele sabe aquilo que é melhor para nós! Vontade soberana, vontade divina para o nosso coração! Que oremos assim sempre: Seja feita a tua vontade assim na terra como no céu.
Para os gregos o tempo chronos é o que medimos pelo cronômetro. Esse tempo nunca é suficiente. Nesse tempo corremos para lá e para cá. Nele dependemos dos espaços e da correria humana. Nele sempre nos cansamos, nos afadigamos na alma e nos estressamos muito! Chronos é o tempo que devora o nosso coração! Mas, ao mesmo tempo, os gregos trabalham com o tempo kairós, o tempo agradável! Jesus sempre fala sempre desse tempo agradável no Evangelho. Esse tempo é divino, é do céu! O tempo kairós não traz fadiga, mas graça! É o tempo em que realizamos as atividades, mas sem desconfiança, sem medo e sem temor! É o tempo vivido no ritmo divino, é o ritmo da oração e da dependência do Eterno Deus! O tempo kairós é o da oração de Davi quando disse: Far-me-ás ver a vereda da vida; na tua presença há fartura de alegrias; à tua mão direita há delícias perpetuamente. Que cultivemos kairós divino em nosso coração!
Viver não é fácil, por isso a vida só pode ser vivida com a graça de Cristo! Aprender a viver é estar em Cristo, é respirar Cristo, é senti-lo no coração. No meio de todas as lutas e demandas dessa vida, o mais profundo nela, é saber que Cristo está em nós e nos ajuda a enfrentar tudo! Sejamos gratos pela presença viva e marcante de Jesus Cristo de Nazaré!
Quando formos forjados por Deus, quando enfrentarmos todas as lutas dessa vida, vençamos o medo que gera a ansiedade. Precisamos nos afastar dela e impedir que ela nos atormente gerando medo na vida. Busquemos a paz divina dentro de nós para que resistamos à ansiedade, que estrangula a nossa fé e dependência divina. Lembremos que o Eterno Deus nos forja produzindo cuidado, graça e provisão em todos os processos da nossa vida. Descansemos na graça do Eterno Deus sempre!
Nós oramos ao Senhor reconhecendo que só ele, e mais ninguém, pode resolver as dores do nosso coração. Porque a linguagem da oração ocorre num nível absolutamente pessoal e como um único propósito nos moldar e nos levar para Deus. Para esta realidade precisamos de sinceridade e honestidade diante do criador. Sejamos sinceros diante de Deus na nossa oração!
O mundo está cheio de religiões que desejam construir escadas para que a humanidade suba até Deus. Infelizes dessas religiões, porque não somos nós que vamos até Deus. Ele que desce e vem até nós. Não somos nós que o amamos primeiro, ele que toma a iniciativa divina de nos amar e se entregar por nós numa cruz! Precisamos revisar o ensino sobre o Evangelho, não é o homem que vai até Deus, não é o homem que conquista as bênçãos divinas. Deus que vem, Deus que nos abençoa porque ele quer. O Evangelho genuíno, não é "nós fazemos", mas a Trindade fazendo em nós!
O profeta Jeremias diz algo profundo demais: Com amor eterno eu te amei, por isso, com benignidade te atraí. O amor do nosso Deus é eterno e pela graça dele, estamos sempre no seu itinerário. Às vezes, queremos ir por onde achamos melhor. Mas, ele está sempre atento e olha para nós. Porque o amor dele por pecadores como nós é sempre ilimitado. Não é por acaso que o salmista diz que o justo cai sete vezes e o Senhor o levanta. Sabem por que? Porque o amor do nosso Deus é eterno! Ele não nos trata como nós o tratamos e respondemos a ele com infidelidade. Ele nos trata através do seu Filho. Ele nos trata por meio da cruz do Calvário. Isso é amor incondicional!
Pensamos poucos nas palavras de Paulo em I Coríntios 2:9: Nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou em coração humano o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Como precisamos parar mais para pensar no céu, pensar na volta de Jesus quando ele transformará essa terra, eliminando de uma vez, o efeito da queda e habitaremos para sempre nela na paz e com a doce presença de Cristo, o nosso redentor nela! Pensemos mais no céu divino aqui na terra em nome do Senhor Jesus Cristo de Nazaré!
Na hora da angústia podemos recorrer diante de Deus que nos traz segurança, conforto, refrigério e alivio no meio das crises. Elas são parte da nossa vida, a dor e a angústia andam dentro de nós porque temos as deformações na alma por causa da queda. Sofremos, pecamos, nos angustiamos, sentimos dor e experimentamos a angustia da alma. Mas, no meio de tudo isso, percebemos a alegria divina vindo em nós e nos ajudando a suportar os dilemas e crises da alma.
Recebemos emprestado a bondade, a graça, o amor, a paciência, a paz divina, a misericórdia, a justiça e um pouco da felicidade da Trindade. O Eterno nos concede a graça de desfrutar deste mundo maravilhoso para vivermos e desfrutarmos de toda a bênção que ele tem.
No meio desse privilégio que recebemos, também como seres que refletem, podemos contemplar com retidão a face do Senhor. Podemos desfrutar da comunhão preciosa com a Trindade.
Seguir a Jesus é se tornar um aluno do Rabi que nos ensina a amar; ser um discípulo de Jesus é se matricular na escola do amor e da graça do Reino de Deus. Sua escola do amor não é como um auditório onde passivamente tomamos notas, enquanto Jesus expõe fatos sobre si. Tornar-se um discípulo de Jesus é um projeto de vida, porque tem a ver com vida, tem a ver com andar com gente, amar, tocar e sentir gente.
A verdade é que vivemos a realidade do sofrimento na vida. E no meio dele sempre desejamos conscientemente que o Eterno Deus faça algo para nos tirar dele. Só que não é assim, porque na verdade, enquanto sofremos Deus está nos conduzindo para as profundezas de nosso ser, para o centro de nossa alma, onde sentimos nossas paixões mais ardentes. É exatamente no meio do sofrimento que descobrimos nosso anseio por Deus.
Todos temos um projeto a ser desenvolvido como seres que refletem a imagem do Eterno Deus. Não estamos aqui nessa terra para deixar a vida passar de maneira simples e sem significado. Somos os embaixadores, os jardineiros divinos que cuidam dessa terra. Somos os jardineiros que lutam para um universo mais justo, mais puro e mais equilibrado. Somos os instrumentos da graça divina para esse habitat se tornar mais pleno aguardando a vinda do Senhor Jesus, que preencherá esse Universo com toda sua glória! Sejamos os jardineiros divinos sempre!