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Frases de Adriano Augusto Silva

38 frases

Se pudesse voltar no tempo, para aquele dia fatídico em que cometi o maior erro da minha vida, o erro que me arrancou você para sempre, para o instante em que te fiz chorar e provoquei a maior dor que alguém poderia suportar; o dia em que assassinei um sonho, e não qualquer sonho…
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Se pudesse voltar no tempo, para aquele dia fatídico em que cometi o maior erro da minha vida, o erro que me arrancou você para sempre, para o instante em que te fiz chorar e provoquei a maior dor que alguém poderia suportar; o dia em que assassinei um sonho, e não qualquer sonho, mas um tecido de amor e esperança, pulsando sentimentos que eu não soube proteger. Hoje, tudo o que desejo, todos os dias, é reescrever aquela cena, desfazer cada palavra dita, cada gesto impensado, cada silêncio cruel. Queria poder te ter novamente, te apertar nos braços até o mundo sumir e sussurrar, com a voz quebrada, o quanto ainda te amo. Mas o passado é uma muralha intransponível, e me resta aprender a sobreviver a ele, mesmo sabendo que esse arrependimento e essa dor caminharão comigo para sempre.

Sim, eu tenho medo de ser amado. Medo de baixar a guarda, de abrir o peito e deixar alguém entrar onde ainda sangra. Tenho medo de confiar de novo, de acreditar nas palavras, de me permitir sentir… e depois ver tudo desmoronar diante dos meus olhos. Tenho medo de viver algo tão b…
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Sim, eu tenho medo de ser amado. Medo de baixar a guarda, de abrir o peito e deixar alguém entrar onde ainda sangra. Tenho medo de confiar de novo, de acreditar nas palavras, de me permitir sentir… e depois ver tudo desmoronar diante dos meus olhos. Tenho medo de viver algo tão bonito que pareça eterno e acordar, de repente, com o gosto amargo de descobrir que era só um sonho. Hoje eu me escondo na solidão. Não porque ela seja leve, mas porque ela não me surpreende. A solidão não promete, não jura, não diz “para sempre” olhando nos meus olhos. Ela não vai embora, porque ela já está aqui. Prefiro o silêncio frio do meu quarto à dor de ouvir um adeus que ecoa por dentro. E o pior não é só o medo… é a culpa. Ela me acompanha todos os dias, me lembrando que fui eu quem destruiu o que mais amava. Fui eu quem deixou escapar o que me fazia feliz. Carrego esse peso como uma sentença. Eu continuo vivendo, respirando, seguindo em frente… mas por dentro há algo quebrado, e eu sei: fui eu quem quebrou.

Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em um…
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Mais uma vez me peguei chorando, desejando, no silêncio do meu quarto, que a morte me levasse de uma vez, porque a dor e a solidão já me consomem por inteiro, é um cansaço que não é do corpo, é da alma, um peso que aperta o peito, sufoca os pensamentos e transforma cada dia em uma batalha que eu já começo derrotado. Estou cercado de pessoas que dizem gostar de mim, mas as palavras soam vazias, como ecos sem verdade. Sinto que falam por educação, por costume, não por sentimento e eu continuo ali, no meio da multidão, me sentindo invisível, deslocado, julgado em silêncio, diminuído em cada olhar, é uma solidão que não depende de estar sozinho, é estar rodeado e, ainda assim, não pertencer a lugar nenhum, é carregar por dentro um grito que nunca sai, uma dor que ninguém vê, uma ferida que não fecha. Às vezes, tudo o que eu faço é esperar e esperar que o tempo passe, esperar que algo mude, esperar que essa dor finalmente se cale. Mas o que mais machuca é sentir que estou apenas sobrevivendo, contando os dias, como se aguardasse o momento em que tudo isso termine e o sofrimento, enfim acabe.

Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, ar…
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Como suportar a dor quando ela não dá trégua? Como continuar respirando sabendo que esse aperto no peito sufoca, que essa falta de ar parece esmagar por dentro e que essa solidão não vai simplesmente desaparecer com o amanhecer? Como aceitar que precisamos continuar existindo, arrastando os dias, quando viver de verdade já não parece possível? É como estar de pé por fora e em ruínas por dentro, como sobreviver em silêncio enquanto nossa alma grita por socorro e ninguém consegue ouvir ou perceber.

Mais uma vez me peguei pensando em você, reconstruindo na mente tudo o que poderia ter sido se eu não tivesse jogado fora, se não tivesse destruído com as próprias mãos aquilo que lutei tanto para conquistar. Hoje sangro por uma escolha que foi só minha, mas sigo forçando um sorr…
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Mais uma vez me peguei pensando em você, reconstruindo na mente tudo o que poderia ter sido se eu não tivesse jogado fora, se não tivesse destruído com as próprias mãos aquilo que lutei tanto para conquistar. Hoje sangro por uma escolha que foi só minha, mas sigo forçando um sorriso, dizendo que está tudo bem, enquanto o peito vazio denuncia que não sobrou coração depois de tanta dor. Talvez um dia você consiga me perdoar pela ferida que deixei em você, e quem sabe ainda acredite naquela promessa que fiz encarando teus olhos, você seria a única. E mesmo quando minha vida acabar, mesmo quando o mundo apagar minhas pegadas, eu vou continuar te amando.

Pensar não é o mesmo que sonhar. Pensar nos faz parar e analisar. Pensar nos faz chorar e recordar. Nem sempre é fácil, mas se faz necessário olhar para ontem, ver o hoje e chorar por não ter conseguido te amar, ou, quem sabe, ter até amado, porém sozinho, sem você ao menos ter m…
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Pensar não é o mesmo que sonhar. Pensar nos faz parar e analisar. Pensar nos faz chorar e recordar. Nem sempre é fácil, mas se faz necessário olhar para ontem, ver o hoje e chorar por não ter conseguido te amar, ou, quem sabe, ter até amado, porém sozinho, sem você ao menos ter me olhado ou abraçado.

Ontem eu te vi, e o mundo pareceu parar só para me machucar. Você estava linda como sempre, e isso doeu mais do que se estivesse diferente, porque a mesma beleza que um dia foi minha hoje só me lembra tudo o que perdi. Queria poder te dizer como foi bom te ver, mas a verdade é qu…
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Ontem eu te vi, e o mundo pareceu parar só para me machucar. Você estava linda como sempre, e isso doeu mais do que se estivesse diferente, porque a mesma beleza que um dia foi minha hoje só me lembra tudo o que perdi. Queria poder te dizer como foi bom te ver, mas a verdade é que foi cruel, foi como abrir uma ferida que eu fingia estar fechando. Em um instante, tudo voltou com força, cada vez que me chamou de amor, quando dizia que eu era a melhor parte da sua vida, quando me olhava nos olhos e fazia promessas que agora não pertencem mais a mim. Tudo isso ficou preso na lembrança, condenado à história que tivemos, enquanto eu fiquei aqui, sozinho no presente, tentando aprender a respirar sem você. Ver-te de longe é uma tortura silenciosa; é saber que estou tão perto e, ao mesmo tempo, infinitamente distante. Meu peito aperta, a garganta fecha, cada passo que não posso dar na sua direção. Hoje só me resta engolir o choro e aceitar, com a alma em ruínas, que já não sou mais o seu amor, sou apenas alguém que ainda sangra por tudo aquilo que um dia chamou de nós.

Por que dói tanto? Por que penso em você o tempo inteiro, a cada instante, sem descanso? Por que continuo te trazendo à memória, sonhando com você até mesmo acordado, desejando uma volta que sei que não virá? Minha mente não entende, meu coração se recusa a aceitar que acabou, qu…
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Por que dói tanto? Por que penso em você o tempo inteiro, a cada instante, sem descanso? Por que continuo te trazendo à memória, sonhando com você até mesmo acordado, desejando uma volta que sei que não virá? Minha mente não entende, meu coração se recusa a aceitar que acabou, que você não vai mais voltar, que agora vive seus sonhos, constrói novos planos e finalmente é feliz como sempre quis. E mesmo assim, amando te ver sorrindo, feliz, plena e radiante como no dia em que nos conhecemos, eu não consigo aceitar a sua ausência. Você me faz uma falta que nunca soube sentir antes. Preciso admitir: vou te amar para sempre. Porque quem ama de verdade, mesmo sangrando por dentro, aprende a deixar ir.

Quantas vezes choramos por não poder mais sonhar....quantas vezes choramos por não mais poder amar....quantas vezes choramos por nos sentirmos só.....quantas vezes choramos por não ter um ombro amigo....quantas vezes choramos por não acreditar em nos mesmos....quantas vezes chora…
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Quantas vezes choramos por não poder mais sonhar....quantas vezes choramos por não mais poder amar....quantas vezes choramos por nos sentirmos só.....quantas vezes choramos por não ter um ombro amigo....quantas vezes choramos por não acreditar em nos mesmos....quantas vezes choramos por não ter uma palavra para dizer.....quantas vezes não choramos pensando em acabar com essa dor....quantas vezes não choramos querendo apenas acalmar esse aperto....quantas vezes não choramos imaginando o porque do sofrimento....quantas vezes choramos pensando em tomar atitude para resolver tudo isso...... quantas vezes choramos porque ficamos sabendo que em algum lugar alguém cansou de chorar e tomou a decisão que nos não tomamos....quantas vezes choramos pensando porque ele e não eu.....quantas vezes choramos apenas porque temos de chorar para acalmar tudo.... E quantas vezes só precisávamos de um abraço para não mais chorar...

A solidão nunca chega fazendo barulho, ela espera, observa cada decepção arrancar um pedaço de quem eu sou, espera o último abraço partir, o último sorriso desaparecer, a última esperança se apagar, então entra sem pedir licença e faz do vazio a sua morada, passei a vida tentando…
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A solidão nunca chega fazendo barulho, ela espera, observa cada decepção arrancar um pedaço de quem eu sou, espera o último abraço partir, o último sorriso desaparecer, a última esperança se apagar, então entra sem pedir licença e faz do vazio a sua morada, passei a vida tentando ser o melhor para todos, tentando proteger quem eu amava, carregar dores que não eram minhas, impedir que as pessoas se machucassem, mesmo que, para isso, eu precisasse me despedaçar em silêncio, acreditei que suportar todo o peso sozinho era uma forma de amor, mas cada tentativa de salvar alguém me afundava um pouco mais, até que um dia percebi que havia me tornado exatamente aquilo que mais temia, aquilo que prometi nunca ser, um erro, um peso, uma cicatriz viva, uma lembrança amarga, uma ausência que machuca mais do que qualquer presença, os adeuses vieram um após o outro, e cada despedida levou consigo um pedaço da minha alma, restaram apenas o silêncio, a culpa e uma dor que o tempo nunca conseguiu apagar, descobri que a escuridão não é apenas a falta de luz, ela é um lugar onde meus arrependimentos respiram, onde minhas lembranças sangram e onde a minha culpa aprende a chamar o meu nome, quando a noite cai e o mundo inteiro se cala, eu sinto aquela presença voltar, o ar fica pesado, o frio atravessa a minha pele como se alcançasse a minha própria alma, então uma mão gelada toca o meu rosto com uma delicadeza cruel, como quem reencontra alguém que nunca deixou de esperar, não existe ódio naquele toque, não existe violência, apenas uma ternura inquietante, como se a própria escuridão estivesse me acolhendo em seus braços, ela se aproxima do meu ouvido e sussurra com uma calma que me assusta, eu sabia que você voltaria, você tentou fugir de mim, tentou salvar todos, menos a si mesmo, carregou culpas que não eram suas, destruiu a si mesmo tentando impedir que os outros sofressem, lutou para ser alguém melhor, mas acabou se tornando tudo aquilo que mais temia, agora pare de lutar, pare de fugir, ninguém mais vai carregar essa dor com você, ninguém mais vai voltar para buscá-lo, eu sou a única que permaneceu, eu nunca fui embora, apenas esperei você se cansar, eu voltei para você, e desta vez não vou abandoná-lo, porque, no fim de toda culpa, de toda dor, de toda despedida, quando todos se vão e até a esperança desiste de você, restamos apenas eu e a escuridão, caminhando lado a lado, como se sempre tivéssemos pertencido um ao outro

A dor do vazio, de não sentir nada além da insuficiência, de carregar no peito a necessidade desesperada de ajudar e descobrir, a cada tentativa, que suas mãos parecem incapazes de alcançar quem precisa, de se olhar no espelho e enxergar apenas um peso, um incômodo, um fardo que…
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A dor do vazio, de não sentir nada além da insuficiência, de carregar no peito a necessidade desesperada de ajudar e descobrir, a cada tentativa, que suas mãos parecem incapazes de alcançar quem precisa, de se olhar no espelho e enxergar apenas um peso, um incômodo, um fardo que ocupa espaço e consome o ar ao redor, uma ferida aberta que não cicatriza, uma dor silenciosa e solitária que dilacera a alma sem deixar marcas visíveis, enquanto muralhas erguidas pelo medo, pela culpa e pelo próprio sofrimento impedem que qualquer pessoa se aproxime, impedem que qualquer voz atravesse a distância, impedem que qualquer abraço encontre abrigo, e o mais cruel de tudo é saber que, por trás de toda essa escuridão, por trás de toda essa sensação de fracasso e impotência, existe apenas um desejo simples e sincero, o desejo de ser capaz de aliviar a dor de alguém, de ser útil, de ser suficiente, de estender a mão e fazer diferença, mas permanecer preso entre aquilo que o coração implora para oferecer e aquilo que a alma acredita jamais conseguir entregar, condenado a assistir o mundo através das próprias ruínas, carregando a sensação devastadora de que tudo o que você é nunca será o bastante para realizar tudo o que você mais deseja ser.

E quando as pessoas mentem, quando fazem você acreditar em algo que parecia real, quando entram na sua vida justamente no momento em que você já não tem forças para continuar carregando sozinho o peso de tudo o que sente, quando elas encontram você sem as muralhas, sem as máscara…
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E quando as pessoas mentem, quando fazem você acreditar em algo que parecia real, quando entram na sua vida justamente no momento em que você já não tem forças para continuar carregando sozinho o peso de tudo o que sente, quando elas encontram você sem as muralhas, sem as máscaras, sem as defesas que levou anos construindo para sobreviver, quando veem suas feridas abertas, seus medos mais profundos, sua fragilidade mais escondida e, mesmo assim, dizem que o amam, que se importam, que jamais o abandonarão, que sempre estarão ali para você, e por um breve instante você acredita, porque quer acreditar, porque está cansado de lutar sozinho, porque finalmente pensa que encontrou alguém diante de quem não precisa fingir ser forte o tempo todo, alguém para quem pode mostrar quem realmente é, alguém que faz nascer dentro do seu peito uma esperança que você julgava morta, a esperança de ter um amigo verdadeiro, um porto seguro, uma presença capaz de permanecer mesmo nos dias mais escuros, mas então, sem explicação, sem aviso, sem sequer olhar para trás, essa mesma pessoa desaparece, abandona você e leva embora tudo aquilo que ajudou a construir, arranca do seu peito a confiança que ela mesma plantou, destrói a esperança que ela mesma fez florescer e deixa apenas o vazio, um vazio ainda mais profundo do que aquele que existia antes dela chegar, porque antes havia solidão, mas agora existe a lembrança cruel do que parecia ser acolhimento, antes havia apenas a dor de estar sozinho, mas agora existe a dor de ter acreditado que não estaria mais, e então você começa a se perguntar se o problema sempre foi você, se realmente é tão difícil de amar, tão pesado, tão cansativo, tão insuficiente que até aqueles que prometem ficar acabam indo embora, e cada abandono passa a soar como uma confirmação dos seus piores pensamentos, como se todas as vozes que dizem que você é um fardo finalmente estivessem certas, como se a única forma de sobreviver fosse reconstruir as muralhas ainda mais altas, vestir máscaras ainda mais fortes, esconder cada sentimento, cada lágrima, cada fraqueza, e nunca mais permitir que alguém se aproxime o bastante para ter o poder de destruir o pouco que resta, porque quando a esperança morre pelas mãos de quem a criou a dor não é apenas tristeza, ela se transforma em algo muito mais profundo, um cansaço que invade a alma, uma sensação sufocante de não pertencer a lugar nenhum, de não ser importante para ninguém, de ocupar espaço demais e significar de menos, e então tudo o que resta é o desejo silencioso de desaparecer, não por falta de amor para dar, mas pelo medo de continuar existindo apenas para ser deixado para trás mais uma vez, carregando sozinho os pedaços de um coração que já não sabe quantas vezes ainda conseguirá se reconstruir.