Somos o outro na vida do outro. Negamos em nós aquilo que não queremos ver — ou aquilo que ainda não tivemos coragem de transformar. E então, projetamos. Acusamos no outro o que silenciosamente nos fere, nos incomoda e nos espelha. No fundo, não é o outro que nos prejudica — é a recusa de olhar para dentro.
Os interesses quando excluem a “verdade e a sinceridade” em um relacionamento interpessoal, levam o sepultamento de um “caráter” quando este é, apenas uma máscara feita com “papel machê” — em francês “papier mâché”, que significa “papel mastigado” devido a soberba pela falta de lealdade.