Deixe entrar em você a luz do dia. Deixe que ela penetre em cada parte do seu corpo... e sinta. Sinta a energia boa que ela é capaz de transmitir... e vai. Transmita também toda a energia positiva que está dentro de ti. Você pode fazer o dia do outro ser especial, da mesma forma que você deseja que o seu seja. Essa é a lei da vida. A corrente do bem. O dom do amor!
Amo como se não houvesse outra coisa a fazer. Amo como se fosse a única razão do meu viver. Amo por me sentir mais leve. Amo exatamente como se deve: amor puro e sincero, bonito e eterno. Talvez um dia eu descubra um motivo para não amar, porém, se descobrir, só peço que me dê amnésia rapidinho.
Não esqueça de cuidar de você no dia de hoje. Crie um tempinho e olhe para dentro do seu interior.
Você está feliz? Está fazendo a coisa certa? É nessa vida e nesse trabalho que deseja estar?
Isso é muito importante! Não descuide, um só dia, de si próprio. Você está aqui para ser feliz! Esteja, constantemente, em busca da sua felicidade!
Já estive triste e feliz ao mesmo tempo. Já dei gargalhadas com lágrimas nos olhos. Já errei tentando acertar. Já odiei perder e já perdi de propósito. Já brinquei com coisa séria e fiquei séria em uma brincadeira. Já gritei cochichando. Me calei querendo falar e falei o que não devia. Já amei uma pessoa assim que a conheci e conheci alguém só depois que comecei a amá-la. Tive sonhos impossíveis e o impossível já se tornou real. Já percebi várias mudanças em minha vida, porém, essas coisas continuam iguais!
Eu não quero viver a vida por viver. Essa história de "não sei", "mais ou menos" ou "tanto faz" não é comigo. Hoje eu sei o que eu quero, o que procuro, o que me completa. Mas o que eu quero hoje pode nem me servir mais amanhã. E aí? Amanhã é outra coisa. E de uma coisa eu sei: a minha única pretensão é ser feliz. Aqui e agora.
Às vezes me soa estranho o gostar das pessoas. É uma obsessão ou algo parecido com posse. Alguém se acha o dono de outro alguém. E a relação se perde o poder da escolha, do querer, do sentir e do ser livre para simplesmente amar. E esse amor se torna feio, pois as pessoas já nem sabem mais se ele existe ou se apenas há uma necessidade de se prenderem ali. E se permitem e acostumam a ser presos e não felizes!
Nunca fui pessoa de me contentar com pouco. Quero o máximo da intensidade do verbo sentir. Por fora, até posso parecer normal e equilibrada, mas por dentro, o lado sentimental fica lá em cima. Não gosto de ser razão, sou toda vida emoção. Acho que nunca vou conseguir me contentar com uma vida mais ou menos, um amor mais ou menos, uma amizade mais ou menos. Quero tudo que todo mundo pode me dar, pois só aprendi a viver transbordando emoções.
Há aqueles que julgam. Pela cor, cabelo, cultura, marcas no corpo, carro que anda, casa que tem, o quanto dinheiro possui...
E são tão pequenos.
Há aqueles que não julgam, mas se preocupam o quanto estão sendo julgados...
Podem até ser grandes, mas quase não vivem.
E há aqueles que conseguem ser tão grandiosos, simplesmente porque não perdem tempo com essas bobagens. Passam a vida toda APENAS VIVENDO!
Às vezes me sinto tão forte, capaz de devorar o mundo. Às vezes, me fragilizo com coisas mais tolas. Me sinto tão completa e tão insegura ao mesmo tempo.
Sofro de carência e me esbaldo com tanto afeto.
Com toda essa dualidade de sentimentos, meu corpo muitas vezes se cansa, porém, minha alma continua serena e em paz.
Trago comigo uma bagagem pequena, mas valiosa: só o que me acrescenta, me evolui e me faz bem. Tenho aprendido a deixar pra trás pesos desnecessários. Fiz um trato comigo: só carrego aquilo que me rouba sorrisos e me traz aprendizado. O resto faço questão de ir perdendo no meio do caminho.